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Arnaldo, foi você quem, pela primeira vez, levou o tribuno Divaldo Franco a Pedro Leopoldo. Como era a relação dos dois medianeiros da Espiritualidade Maior? Há algum fato marcante desses encontros que você queira nos contar?

Arnaldo Rocha – Agradeço muito a Deus por ter vivido aquele momento. Foi uma oportunidade marcante o primeiro encontro com Divaldo em Pedro Leopoldo. Após nossas atividades doutrinárias, ficamos nós dois hospedados na casa de Luiza (irmã do Chico). Nessa noite ficamos até às 4 horas da madrugada conversando.

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Chico estava tão alegre com a presença fraterna do Divaldo que, especificamente naquela noite, confidenciou muitas revelações de seu passado espiritual ao orador baiano — revelações que normalmente ficavam restritas ao nosso convívio íntimo, como por exemplo suas experiências vivenciadas na Espanha do século XVI, no reinado de Fernando e Isabel, os reis católicos. A amizade entre os dois servidores do Espiritismo era pura manifestação de confiança e amizade entre eles. O Divaldo nunca deixou de reconhecer o trabalho missionário de Chico, e nossa Alma Querida sempre incentivou a tarefa nada fácil do reconhecido orador e médium baiano.

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DIC

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brunooyellowChico, O Apóstolo da Mediunidade; Divaldo, O Semeador de Estrelas… Esses são verdadeiras bússolas orientadoras para todos os nossos trabalhos mediúnicos-doutrinários. Quanta luz, quanta ética, quanta responsabilidade e amor! Compreendamos a nossa imensa responsabilidade por termos tido a benção de viver na contemporaneidade, no mesmo momento histórico, de dois grandes luzeiros da humanidade.

Jesus abençoe sempre ao Chico e ao Di, exemplos perenes, para todos nós!

Bruno Tavares

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