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“Numa época na qual os homens se isolavam nos castelos e palácios, ou se escondiam em choças misérrimas, ele se ergueu como ponte, unindo as criaturas. Todos levantavam paredes, e Francisco derrubava-as. Enquanto se apresentavam e se mantinham distâncias, ele surgia como aproximação. Ninguém que amasse tanto quanto ele amava.Depois do Amigo, jamais alguém que houvesse sido tão fiel, tão irmão de todos.” 

Joanna de Ângelis, Página psicografada por Divaldo Pereira Franco, diante da tumba de São Francisco,em Assis, no dia 25.06.1994

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Nos dias vigentes, em face da velocidade com que as informações são divulgadas, entramos em contato diuturno com toda sorte de iniquidade. Tem-se a sensação de que o mal está a prosperar sem qualquer freio ou possibilidade de renovação. Ouvem-se comentários ora de revolta e desejo de revide, ora de desencanto, de desânimo. As criaturas humanas andam como que sufocadas, respirando o ar pesado de queixas e toda uma plataforma de ódio  e confronto vai sendo fomentada perante  os desmandos e a carência de valores morais que se evidenciam na conduta dos agentes públicos em quase todas as esferas de Poder. Sobre este grave momento que ora vivenciamos, o Benfeitor Adolfo Bezerra de Menezes, em mensagem psicografada por Divaldo Franco no ano de  2010, fez as seguintes reflexões:

 

“A sociedade terrena vive, na  atualidade, um grave momento mediúnico no qual, de forma inconsciente, dá-se o intercâmbio entre as duas esferas da  vida. Entidades assinaladas pelo ódio,  pelo ressentimento, e tomadas de  amargura cobram daqueles algozes de  ontem o pesado ônus da aflição que  lhes tenham proporcionado. Espíritos  nobres, voltados ao ideal de elevação  humana sincronizam com as potências espirituais na edificação de um mundo  melhor. As obsessões campeiam de forma pandêmica, confundindo-se com os  transtornos psicopatológicos que trazem os processos afligentes e  degenerativos.”

   Por toda parte, discursos inflamados, polarizações e bandeiras que se levantam a expressarem profundo desrespeito aos direitos humanos mais básicos. Ideias que parecem ter saído das masmorras obscuras dos tempos medievais, são proclamadas como recursos para sanear os problemas da sociedade, esquecendo-se as criaturas que nenhuma ideia ou filosofia que não esteja alinhada ao amor e ao sentimento de fraternidade universal prosperará. Nós não voltaremos à Idade Média, muito embora na mente e no esforço de muitos, este tempo sombrio ainda seja uma realidade.

      E as dores evidenciam-se em toda parte, superlativas, nos convidando a despertar, a sair das posturas egocentradas, a desenvolver os ideias de cooperação, como nos adverte Bezerra de Menezes:

“Não seja, pois, de estranhar que a dor, sob vários aspectos, espraia-se  no planeta terrestre não apenas como látego mas, sobretudo, como convite à  reflexão, como análise à  transitoriedade do corpo, com o  propósito de convocar as mentes e os  corações para o ser espiritual que  todos somos.”

   Entretanto, nunca se fez tão necessário para nós  mudarmos a sintonia mental e afetiva, para além  da sofrida conjuntura do presente. Buscar, alguns minutos do dia, desapegar-se da arena da conflitos, da necessidade de impor opiniões e silenciar as próprias vozes internas, silenciar a inquietação íntima. Fazer silêncio e em preces lembrar da figura amiga de Jesus, o Meigo Pescador da Galileia e também  da Pobrezinho de Assis. Afastar-se um pouco  do tumulto não significa deserção da luta necessária, mas configura uma necessidade de reequilíbrio, de asserenamento.

    Elevar o pensamento à casa mais alta, a fim de se auto pacificar, a fim de ver o momento presente para além das paixões e das polarizações.  Banhar o sentimento na água  pura da fraternidade, a fim de respirar para além das ondas  de ódio.

    É necessário sintonizar com as luzes da era nova que hoje já estão a se espraiar, muito emboraaparentemente ofuscadas pelos últimos esgares da crueldade  assinalada pelos espíritos encarnados e desencarnados que ainda se comprazem na maldade, mas que não terão  mais oportunidades aqui na Terra, posto que serão relegados ao exílio, em mundos com os quais sintonizam pela persistência na inferioridade moral e onde poderão, entre dores e saudades, despertar para a fraternidade universal. 

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PAIFRANPASS

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O planeta azul, que tem sido palco de nossas inquietações por séculos e que tem sido amorosa morada para nós, deixa de ser plano de provas e expiações para ser um mundo de regeneração. O planeta lindo, o sistema vivo Gaia, evolui na marcha dos mundos e aqueles que ainda nãosintonizarem com o tônus vibratório da paz, do amor, partirão.
   
   Nesse sentido, se por um lado ainda grassam valores e condutas torpes, por outro, já estão entre nós encarnados e estão por reencarnar espíritos valorosos e já pacificados que em toda parte da Terra já começam a deixar suas marcas de luz e de amor. Sobre esta geração de seres que ajudarão a alicerçar as bases da Regeneração, Allan Kardec, no último da capítulo da obra ‘A Gênese’, teceu graves reflexões que valem a pena ler e reler.

Vejamos um excerto:

A época atual é de transição; confundem-se os elementos das duas gerações. Colocados no ponto intermédio, assistimos à partida de uma e à chegada da outra, já se assinalando cada uma, no mundo, pelos caracteres que lhes são peculiares.Têm ideias e pontos de vista opostos as duas gerações que se sucedem. Pela natureza das disposições morais, porém sobretudo das disposições intuitivas e inatas, torna-se fácil distinguir a qual das duas pertence cada indivíduo. (…) Cabendo-lhe fundar a era do progresso moral, a nova geração se distingue por inteligência e razão geralmente precoces, juntas ao sentimento inato do bem e a crenças espiritualistas, o que constitui sinal indubitável de certo grau de adiantamento anterior. Não se comporá exclusivamente de Espíritos eminentemente superiores, mas dos que, já tendo progredido, se acham predispostos a assimilar todas as ideias progressistas e aptos a secundar o movimento de regeneração. ” 

     Mas sobretudo, a nova geração se distingue pelo inato sentimento de fraternidade universal, de empatia,  de compaixão, de tolerância com as diferenças, pela decisão de ser um agente de paz. Por hora convivem no proscênio terrestre  as duas gerações, a que ainda insiste nas ideias e condutas bárbaras de competição, de fundamentalismo religioso, de intolerância, da corrupção, de fascismo e da perversidade e outra assinalada pelos que já despertos para o Amor que tudo rege,  caminham e se expressam removendo os velhos calhaus do ódio. Uma geração que faz jardins, que alimenta os pobres, que não engaiola pássaros, que fraterniza o conhecimento, que convive em paz com a diversidade, que coopera, que estende os braços na direção do outro, que ama e respeita a natureza e os animais. 

     Esses são os princípios da Regeneração. Importa saber se nós estamos alinhados a essa ética de paz ou se estamos com a mente e o coração ainda aferrados às masmorras do atraso ético e moral. Importa saber se trazemos no peito asas para o novo tempo, ou se ainda rastejamos no lodo da barbárie.          

      Francisco de Assis, na noite escura dos tempos medievais, conseguiu fazer da sua existência um cendal de luzes inapagáveis. Sintonizemos com o Pobrezinho de Assis e com sua ética toda alinhadaa Jesus. Lembremos do Sol de Assis e, tentemos, onde estivermos e com todas as nossas forças, sermos instrumentos de paz.
  
Transcrevo, para reflexão,  mensagem escrita pela Benfeitora Joanna de Angelis, em homenagem a Francisco de Assis:

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PAIFRANFACE

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Irmão de Jesus

Ele se fez o irmão da pobreza, a fim de que ela ficasse digna e enriquecedora.

Ele se tornou o irmão da Natureza, de forma que todos vissem o Pai Criador nela refletido.

Ele se transformou no irmão as aves, elevando-as a condições superiores.

Ele se condicionou como irmão dos animais, descendo à mais bela comunhão de solidariedade que se conhece.

Ele se consagrou como irmão dos astros, revelando sua realidade estrelar.

Ele dialogou com todos: os ricos e os pobres, as águas e os servos da vida, saudáveis e enfermos, abençoando-os e atraindo-os a si com a força irresistível do amor.

Rico, tornou-se tão pobre que a sua fortuna era nada possuir.

Cantor, dirigiu a música da sua voz para falar em nome de todas as vozes, principalmente daqueles que, miseráveis no mundo, haviam perdido o direito de ter voz.

Numa época na qual os homens se isolavam nos castelos e palácios, ou se escondiam em choças misérrimas, ele se ergueu como ponte, unindo as criaturas.

Todos levantavam paredes, e Francisco derrubava-as.

Enquanto se apresentavam e se mantinham distâncias, ele surgia como aproximação.

Ninguém que amasse tanto quanto ele amava.

Depois do Amigo, jamais alguém que houvesse sido tão fiel, tão irmão de todos.

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PAIFRANVIO

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Hoje, a sua voz ainda prossegue chamando as almas para Deus.

A força do seu verbo continua arrebatando, porque penetra o mais profundo do ser humano, e quem a ouve nunca mais deixa de escutar-lhe o cântico.

Os silêncios de suas meditações falam alto.

A sua ternura comove e convence.

Ele é indimensional na sua pequenez, na sua singeleza.

A morte não o calou, a fragilidade orgânica não lhe impediu o dever de atender o chamado do seu Senhor.

Ele continua incorruptível no ministério que mudou, em plena Idade Média, os rumos da fé e do amor.

Quando a decadência político-religiosa se anunciava, como decorrência do abuso do poder e das arbitrariedades, Francisco dignificou a criatura humana, colocando-a em patamares elevados, e propôs-lhe a felicidade com Jesus.

O mundo, depois dele, ficou diferente, qual sucedera antes com o do seu Amado.

A simplicidade enfrentou a afronta; a pureza não temeu a perversão.

Ele não é somente um, símbolo, mas a realidade do próprio amor.

O seu psiquismo prossegue envolvendo a Terra, e todos aqueles que sintonizam com a sua vibração experimentam paz e se enriquecem de esperança.

Quando a irmã morte se lhe acercou, ele recebeu-a sorrindo, saudou-a com uma canção: Louvado seja meu Senhor, pela nossa morte corporal da qual nenhum homem vivente pode escapar, e penetrou, de retorno, na Esfera dos Justos, sob o carinho do Seu Pleno Amor.

Francisco, por fim, é o irmão de Jesus, como nenhum outro se identificou com tão grande afinidade.

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Irmão Francisco:

Nestes dias tumultuosos, ergue a tua doce voz e canta outra vez aos ouvidos surdos da Humanidade o teu hino de bênçãos e de louvor, intercedendo junto ao teu Irmão por todos nós, os pobres filhos do Calvário!

Joanna de Ângelis

Página psicografada por Divaldo Pereira Franco, diante da tumba de São Francisco,em Assis, no dia 25.06.1994.

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O BLOG CASA DE NANE

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brunooyellowMeus queridos amigos e irmãos, eis aí este artigo magnífico que a minha querida irmãzinha, blogueira como eu, Nane Mendonça,  que junto comigo considera de importância pra lá de urgente, nesses dias tenebrosos de tanto descalabro e violência que estamos a viver. A Música da Paz tocada pelo instrumento afinadíssimo que é Pai Francisco, soa como uma melodia do coração, conclamando a todos os seres humanos a mudarmos o nosso diapasão mental e umedecermos os nossos sentimentos para que uma era de mais amor e sem violência possa surgir no berço luminoso do Divino Reino!

Obrigado de coração, Nane, por mais essa oferta do teu coração, pela nossa causa tão querida! 

Que Jesus a abençoe, sempre!

Bruno Tavares

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