2ª possibilidade: Jesus

Aproveitando que acabamos de falar sobre a presidência dos Espíritos envolvidos na Codificação, vejamos: a) Em 20 de janeiro de 1860, o Espírito Chateaubriand diz: Sois guiados pelo verdadeiro Gênio do Cristianismo, eu vos disse; é porque o próprio Cristo preside aos trabalhos de toda natureza que estão em vias de cumprimento para abrir a era de renovação e de aperfeiçoamento que vos predizem os vossos guias espirituais. […]. (grifo nosso) (11) b) No cap. I – Não vim destruir a Lei, de O Evangelho Segundo o Espiritismo, Kardec afirma: […] o Espiritismo […]. Vem cumprir, nos tempos preditos, o que o Cristo anunciou e preparar a realização das coisas futuras. Portanto o Espiritismo é obra do Cristo, que Ele mesmo preside, assim como preside, conforme igualmente o anunciou, à regeneração que se opera e prepara o Reino de Deus na Terra. (grifo nosso) (12) Essas duas informações nos dão conta de que o Cristo presidia o movimento de regeneração, ou seja, ele coordenava todos os Espíritos que contribuíram na Codificação. Como não há lógica alguma em se falar em dois presidentes para o mesmo evento, então, consequentemente, temos que o Cristo é o Espírito de Verdade, que, como já visto, teve essa função de presidir.

10 MARCON. Expoentes da Codificação Espírita, toda a obra. 11 KARDEC, Revista Espírita 1860, p. 62. 12 KARDEC, O Evangelho Segundo o Espiritismo, p. 40.

Da Revista Espírita 1864, ressaltamos a comunicação intitulada “A propósito de A Imitação do Evangelho”, dada em Bordeaux, em maio de 1864, cuja assinatura não é outra senão que a do Espírito de Verdade:

Um novo livro acaba de aparecer; é uma luz mais brilhante que vem clarear o vosso caminho. Há dezoito séculos eu vim, por ordem de meu Pai, trazer a palavra de Deus aos homens de vontade. Esta palavra foi esquecida pela maioria, e a incredulidade, o materialismo, vieram abafar o bom grão que eu tinha depositado sobre vossa Terra. […].

[…]. Há várias moradas na casa de meu Pai, eu lhes disse há dezoito séculos. Estas palavras o Espiritismo veio fazer compreendê-las. (grifo nosso) (13)

Não fugindo ao bom senso, que lhe caracterizava o modo de agir, Kardec tece a seguinte observação a respeito da assinatura:

Sabe-se que tomamos tanto menos a responsabilidade dos nomes quanto pertençam a seres mais elevados. Nós não garantimos mais essa assinatura do que muitas outras, nos limitamos a entregar esta comunicação à apreciação de todo Espírita esclarecido. Diremos, no entanto, que não se pode nela desconhecer a elevação do pensamento, a nobreza e a simplicidade das expressões, a sobriedade da linguagem, a ausência de todo supérfluo. Se se a compara àquelas que estão reportadas em A Imitação do Evangelho (prefácio, e cap. III – O Cristo Consolador (14), e que levam a mesma assinatura, embora obtidas por médiuns diferentes e em diferentes épocas, nota-se entre elas uma analogia evidente de tom, de estilo e de pensamento que acusa uma fonte única. Por nós, dizemos que ela pode ser de O Espírito de Verdade, porque é digna dele; ao passo que delas vimos massas assinadas com este nome venerado, ou o de Jesus, cuja prolixidade, verborragia, vulgaridade, às vezes mesmo a trivialidade das ideias, traem a origem apócrifa aos olhos dos menos clarividentes. […]. (grifo nosso) (15)

Mais uma vez, Kardec deixa a critério do leitor julgar a origem da comunicação, mesmo admitindo a possibilidade de que ela possa ter vindo do Espírito que a assinou. Ao dizer que ela é digna dele e, além disso, por “ter uma analogia de tom, de estilo e de pensamento”, quando comparada às outras, “que acusa uma única fonte”, demonstra, obviamente, que há outras mensagens que levam essa assinatura.

Sua afirmação de que “vimos massas assinadas com este nome venerado, ou o de Jesus”, entendemos que iguala os dois personagens, tendo-os como sendo um só.

Da mensagem, ressaltamos as expressões: “Há dezoito séculos eu vim, por ordem de meu Pai, trazer a palavra de Deus aos homens de vontade.” e “Há várias

13 KARDEC, Revista Espírita 1864, p. 399. 14 Na terceira edição corrigida e modificada é o Cap. VI. 15 KARDEC, Revista Espírita 1864, p. 399-400. 6

moradas na casa de meu Pai, eu lhes disse há dezoito séculos.” Está última é literalmente encontrada no Evangelho de João 14,2, onde se lê: “Há várias moradas na casa de meu Pai.” Diante disso, somente por puro dogmatismo é que não se considera o Espírito de Verdade como sendo o próprio Jesus.

.

jkpb

.

Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. VI – O Cristo Consolador, como dito, existem mensagens assinadas pelo Espírito de Verdade, são em número de quatro (16), merecendo destaque a do item 5, uma vez que ela contém 84,3% das palavras daquela que consta em O Livro dos Médiuns, cap. XXXI – Dissertações Espíritas, item “Sobre o Espiritismo”, tópico IX, em que o nome “Jesus de Nazaré”, segundo informa Kardec, foi o consignado.

Venho eu, vosso Salvador e vosso juiz; venho, como outrora, aos transviados filhos de Israel, trazer a verdade e dissipar as trevas. O Espiritismo, como antigamente o fez a minha palavra, tem de lembrar aos materialistas que acima deles reina a imutável verdade: o Deus bom, o Deus grande, que faz germinem as plantas e se levantem as ondas. Revelei a divina Doutrina. Como um ceifeiro, reuni em feixes o bem esparso no seio da Humanidade e disse: Vinde a mim, vós todos que sofreis!

Mas, ingratos, os homens se desviaram do caminho largo e reto que conduz ao reino de meu Pai, perdendo-se nos ásperos atalhos da impiedade. Meu Pai não quer aniquilar a raça humana; quer que, ajudando-vos uns aos outros, mortos e vivos, isto é, mortos segundo a carne, já que a morte não existe, vos socorrais mutuamente, e que ser faça ouvir não mais a voz dos profetas e dos apóstolos, mas a dos que já não vivem na Terra, a clamar: Orai e crede, pois a morte é a ressurreição, sendo a vida a prova escolhida, durante a qual as virtudes que houverdes cultivado crescerão e se desenvolverão como o cedro.

Crede nas vozes que vos respondem: são as próprias almas dos que evocais. Só muito raramente me comunico. Meus amigos, os que hão assistido à minha vida e à minha morte são os intérpretes divinos das vontades de meu Pai.

Homens fracos, que compreendeis as trevas da vossa ignorância, não afasteis o archote que a clemência divina põe nas vossas mãos para vos clarear o caminho e reconduzir-vos, filhos perdidos, ao regaço do vosso Pai.

Em verdade vos digo: crede na diversidade, na multiplicidade dos Espíritos que vos cercam. Sinto-me tomado de muita compaixão pelas vossas misérias, pela vossa imensa fraqueza, para não deixar de estender a mão em socorro dos infelizes transviados que, vendo o céu, caem no abismo do erro. Crede, amai, meditai sobre as coisas que vos são reveladas; não mistureis o joio com a boa semente, as utopias com as verdades.

Espíritas! amai-vos, este o primeiro ensinamento; instrui-vos, este o segundo. Todas as verdades se encontram no Cristianismo; os erros que nele se arraigaram são de origem humana. E eis que do além-túmulo, que julgáveis o nada, vozes vos clamam: “Irmãos! nada perece. Jesus Cristo é o vencedor do mal, sede os vencedores da impiedade. (grifo nosso) (17)

16 KARDEC, O Evangelho Segundo o Espiritismo, p. 101-103. 17 KARDEC, O Livro dos Médiuns, p. 391-392.

As expressões utilizadas nessa mensagem, realçadas em negrito, têm uma característica forte da forma com a qual Jesus falava aos que o acompanhavam, que, numa boa lógica, não há como não relacioná-las a ele.

Julgamos de suma importância a nota de Kardec que se segue à mensagem:

Obtida por um dos melhores médiuns da Sociedade Espírita de Paris, esta comunicação foi assinada por um nome que o respeito não nos permite reproduzir, senão sob todas as reservas, tão grande seria o insigne favor de sua autenticidade e porque dele muitas vezes se tem abusado demais, em comunicações evidentemente apócrifas. Esse nome é o de Jesus de Nazaré. Não duvidamos de modo algum que Ele possa manifestar-se, mas se os Espíritos verdadeiramente superiores somente o fazem em circunstâncias excepcionais, a razão nos inibe de acreditar que o Espírito puro por excelência responda ao chamado do primeiro que apareça. Em todos os casos, haveria profanação, no se lhe atribuir uma linguagem indigna dele. É por estas considerações que temos sempre evitado publicar o que traga esse nome, e julgamos que ninguém será cuidadoso excessivamente no tocante a publicações deste gênero, que só têm autenticidade para o amor-próprio e cujo menor inconveniente é fornecer armas aos adversários do Espiritismo. Como já dissemos, quanto mais elevados são os Espíritos na hierarquia, com tanto mais desconfiança devem os seus nomes ser acolhidos nos ditados. Seria preciso ser dotado de bem grande dose de orgulho para alguém se vangloriar de ter o privilégio das comunicações por eles dadas e considerar-se digno de confabular com eles, como se o fizesse com seus iguais. Na comunicação acima, reconhecemos apenas uma coisa: é a superioridade incontestável da linguagem e das ideias. Deixamos, porém, que cada um julgue por si mesmo se aquele de quem ela traz o nome a desaprovaria, ou não. (grifo nosso) (18)

Chamamos a sua atenção, caro leitor, para o que Kardec coloca, logo no início da nota, ressaltando as qualidades do médium que recebeu a comunicação, obviamente, que sua intenção era a de alertar para a confiança que nele depositava.

E, como das outras vezes, Kardec deixa a critério do leitor a análise da autenticidade da assinatura. Entretanto a considerou como verdadeira, o que pode ser facilmente percebido quando de suas considerações às duas mensagens do tópico XXXIII, assinadas por Jesus. Elas constam de “Comunicações Apócrifas”, em cuja nota Kardec nega a autenticidade delas mandando compará-las com a do item IX para se ver onde se encontra o “cunho da autenticidade”. (19)

Em A Gênese, cap. XV – Os Milagres do Evangelho, item 53, temos uma mensagem do Espírito João Evangelista, que termina da seguinte forma:

“Pesai bem os ensinamentos que os Evangelhos contêm; sabei distinguir o que ali está em sentido próprio, ou em sentido figurado, e os erros que vos hão

18 KARDEC, O Livro dos Médiuns, p. 392-393. 19 KARDEC, O Livro dos Médiuns, p. 412. 8

cegado durante tanto tempo se apagarão pouco a pouco, cedendo lugar à brilhante luz da Verdade.” – João Evangelista, Bordeaux, 1862. (grifo nosso) (20)

A expressão “brilhante luz da Verdade” está se referindo aos ensinamentos de Jesus contidos nos Evangelhos; portanto, pelo contexto, a palavra Verdade, seguramente, está relacionada a Jesus.

Para finalizar, traremos algumas mensagens para serem destacadas certas expressões com as quais os Espíritos designavam o Espírito de Verdade:

a) Em 19 de setembro de 1861, de Erasto: “[…] Não poderíeis crer o quanto estou orgulhoso em distribuir, a todos e a cada um, os elogios e os encorajamentos que o Espírito de Verdade, nosso mestre bem-amado, me ordenou conceder às vossas piedosas coortes […]. (grifo nosso) (21)

b) Em 14 de outubro de 1861, nova mensagem de Erasto: “Devo vos fazer ouvir uma voz tanto mais severa, meus bem-amados, quanto o Espírito de Verdade, mestre de nós todos, espera mais de vós. […]. (grifo nosso) (22)

c) Em 21 de novembro de 1862, de Antoine: “[…] mas contar com a benevolência sincera e afetuosa do Espírito de Verdade, o Filho de Deus, o qual saberá, de maneira incomparável, inundar sua alma da felicidade de compreender o Espírito de justiça perfeita e de bondade infinita, […]. (grifo nosso) (23)

d) Em 9 de agosto de 1863, não há menção ao autor espiritual, que assim termina mensagem: “[…] Conta conosco e conta, sobretudo, com a grande alma do Mestre de todos nós, que te protege de modo tão particular.” (grifo nosso) (24)

e) Em Paris, 1863, de Erasto: “[…] Estamos e ficaremos convosco, sob a égide do Espírito de Verdade, meu senhor e o vosso. (grifo nosso) (25)

As expressões “nosso Mestre bem-amado”, “Mestre de nós todos”, “o Filho de Deus” e “Meu senhor e o vosso”, aqui utilizadas, isoladamente ou em conjunto, só cabem a Jesus e não a João Batista; portanto, é Jesus quem podemos identificar como sendo o Espírito de Verdade.

Isso fica mais claro, ainda, se tomarmos a expressão “nosso Mestre bem amado”, utilizada por Erasto em setembro de 1861, para designar o Espírito de

20 KARDEC, A Gênese, p. 293. 21 KARDEC, Revista Espírita 1861, p. 305. 22 KARDEC, Revista Espírita 1861, p. 348/350. 23 KARDEC, Revista Espírita 1862, p. 343. 24 KARDEC, Obras Póstumas, p. 340-341. 25 KARDEC, Revista Espírita 1868, p. 51. 9

Verdade, que, em abril de 1862, também é utilizada para designar a Cristo. (26)

.

espvk

.

Conclusão

Além de tudo quanto colocamos, seria de bom tom considerarmos um ponto importante que foi informado pelo Espírito São José.

Em 17 de setembro de 1863, o Espírito São José, dá uma orientação da qual tomamos o seguinte trecho: “[…] Pregai a boa doutrina, a doutrina de Jesus, a que o próprio Divino Mestre ensina em suas comunicações, que não fazem senão repetir e confirmar a doutrina dos Evangelhos. […].” (grifo nosso) (27) Afirmase, portanto, que Jesus se comunicava, mas onde estão essas comunicações? Todas elas estão sobre a designação de Espírito de Verdade. Aliás, o Cap. VI, de O Evangelho Segundo o Espiritismo, tem o sintomático título de “O Cristo Consolador” e, nas “Instruções dos Espíritos”, as quatro mensagens assinadas pelo Espírito de Verdade, oferecem-nos outra relação direta entre os dois personagens, basta apenas que tenhamos “olhos de ver”.

Há um momento em que Kardec “entrega a rapadura”, como diria um bom mineiro, estabelecendo, ainda que sem o querer, uma relação direta entre Cristo e o Espirito de Verdade. Isso acontece em O Livro dos Médiuns, cap. IV, Dos Sistemas, item 48, quando Kardec, ao se referir sobre o Sistema unispírita ou monoespírita, faz uma colocação em que, claramente, se pode concluir que Cristo e o Espírito de Verdade são a mesma personalidade; vejamos:

Uma variedade do sistema otimista consiste na crença de que um único Espírito se comunica com os homens, sendo esse Espírito o Cristo, que é o protetor da Terra. […]. Assim, enquanto uns atribuem todas as comunicações ao diabo, que pode dizer coisas excelentes para tentar, outros pensam que só Jesus se manifesta e que pode dizer coisas abomináveis, para experimentar os homens. […].

Quando lhes objetamos com os fatos de identidade, que atestam, por meio de manifestações escritas, visuais ou outras, a presença de parentes ou conhecidos, respondem que é sempre o mesmo Espírito – o diabo, segundo uns, o Cristo, segundo outros – que toma todas as formas. Mas não nos dizem por que razão os outros Espíritos não podem comunicar-se, e com que objetivo o Espírito da Verdade viria nos enganar, apresentando-se sob falsas aparências para iludir uma pobre mãe, fazendo-lhe crer que tem ao seu lado o filho por quem derrama lágrimas. A razão se nega a admitir que o mais santo de todos os Espíritos, se rebaixe a tanto a ponto de representar semelhante comédia. […]. (grifo nosso) (28)

26 KARDEC, Revista Espírita 1862, p. 111. 27 KARDEC, Revista Espírita 1863, p. 365-366. 28 KARDEC, O Livro dos Médiuns, p. 53-54. 10 

Ora, quem foi citado foi o Cristo, e não Espírito de Verdade; portanto, o Codificador ao contra-argumentar a hipótese de somente o Cristo se manifestar, dizendo “com que objetivo o Espírito da Verdade viria nos enganar, apresentando-se sob falsas aparências?”, faz uma relação objetiva entre o Cristo e o Espírito de Verdade, pois, se não fossem o mesmo personagem, ele teria dito: “com que objetivo o Cristo nos viria nos enganar, apresentando-se sob falsas aparências”.

E, finalizando, trazemos da Revista Espírita 1860, das considerações do sr. Jobard (1792-1861), de Bruxelas, considerado por Kardec como um dos adeptos mais fervorosos e esclarecidos do Espiritismo (29), que, a partir de meados de 1858, se tornou presidente honorário da Sociedade Espírita de Paris, o que se segue:

É por isso que o Espírito Santo, o Espírito de Verdade, nos recomenda o desprezo das coisas terrenas que não podemos levar, nem nos assimilar, para não pensar senão nos bens espirituais e morais, que nos seguem, e que nos servirão pela eternidade, não somente de distração, mas de degraus para nos elevarmos, sem cessar, sobre a grande escada de Jacó, na incomensurável hierarquia dos Espíritos. (30)

Dos dois possíveis personagens, a nosso ver, o único a quem se pode atribuir a expressão Espírito Santo é Jesus.

E das considerações de Kardec a esse texto do sr. Jobard, ressaltamos o seguinte trecho, por ser bem apropriado à atualidade do Movimento Espírita, onde médiuns e Espíritos são, lamentavelmente, tratados como infalíveis:

[…] O erro de certos médiuns é crer na infalibilidade dos Espíritos que se comunicam com eles, e que os seduzem com algumas belas frases, apoiadas num nome imponente, que, o mais frequentemente, é um nome emprestado. Reconhecer a fraude é um resultado do estudo e da experiência. […] (31)

A nossa conclusão, baseada em tudo quanto já levantamos do tema, incluindo, obviamente, o que aqui expomos, é que o Espírito de Verdade é Jesus, e não João Batista, como advogam alguns confrades, aos quais não temos a mínima intenção de convencê-los da nossa crença.

Paulo da Silva Neto Sobrinho Jul/2016.

29 KARDEC, Revista Espírita 1861, p. 385. 30 KARDEC, Revista Espírita 1860, p. 309. 31 KARDEC, Revista Espírita 1860, p. 313. 11
Referências bibliográficas:
FERNANDES, W. 32 Evidências de ser Jesus o Espírito de Verdade e as respostas para os sete argumentos dos negadores. In. Anuário Espírita 2008, Araras, SP: IDE, 2008, p. 51-62. IDE – INSTITUTO DE DIFUSÃO ESPÍRITA. Anuário Espírita 2008. Araras, SP: 2008. KARDEC, A. A Gênese. Rio de Janeiro: FEB, 2013. KARDEC, A. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Rio de Janeiro: FEB, 2013. KARDEC, A. O Livro dos Médiuns. Rio de janeiro: FEB, 2013. KARDEC, A. Obras Póstumas. Rio de Janeiro: FEB, 2006. KARDEC, A. Revista Espírita 1860. Araras-SP: IDE, 2000. KARDEC, A. Revista Espírita 1861. Araras-SP: IDE, 1993. KARDEC, A. Revista Espírita 1862. Araras-SP: IDE, 2000. KARDEC, A. Revista Espírita 1863. Araras-SP: IDE, 2000. KARDEC, A. Revista Espírita 1864. Araras-SP: IDE, 1993. KARDEC, A. Revista Espírita 1866. Araras-SP: IDE, 1993. KARDEC, A. Revista Espírita 1868. Araras-SP: IDE, 1993. MARCON, M. H. (org) Os expoentes da codificação espírita. Curitiba: FEP, 2002. Artigos recomendados: Espírito de Verdade, quem seria ele?: http://www.paulosnetos.net/viewdownload/10- ebook/530-espirito-de-verdade-quem-seria-ele-ebook O Espírito de Verdade é Jesus: http://www.paulosnetos.net/finish/5-artigos-e-estudos/717- o-espirito-de-verdade-e-jesus Jesus é o Espírito de Verdade: http://www.paulosnetos.net/viewdownload/5-artigos-eestudos/35-jesus-e-o-espirito-de-verdade Em Emmanuel pode-se também identificar quem é o Espírito de Verdade: http://www.paulosnetos.net/viewdownload/5-artigos-e-estudos/757-em-emmanuel-pode-setambem-identificar-quem-e-o-espirito-de-verdade

.

jkaz

* AS IMAGENS SÃO ESCOLHA E RESPONSABILIDADE 
DE BRUNO TAVARES

.

pauloneto  Paulo Neto

É natural de Guanhães, MG. 

Bacharel em Ciências Contábeis e em Administração de Empresas pela Universidade Católica-MG (PUC-BH). Aposentou-se como Fiscal de Tributos pela Secretaria da Fazenda-MG. 

Adepto do Espiritismo desde Julho/1987; atualmente frequenta o Movimento Espírita em Belo Horizonte, MG. 

É articulista de alguns periódicos espíritas, entre eles, pode-se citar, a Revista Espiritismo & Ciência, com vários artigos publicados. E agora, também, articulista deste Blog.

.

brunooyellow Meus queridos amigos e irmãos, eis aqui um artigo excelente, oportuno e necessário do querido amigo e  escritor espírita Paulo Neto, sobre a questão do Espírito de Verdade ter sido quem, afinal de contas. Já publicamos uma palestra notável de Cosme Massi sobre a mesma temática, mas aqui o querido Paulo lança mais luz ainda nessa questão para muitos, não para nós, controversa, pois estamos com a linha de raciocínio desenvolvida pelo Paulo. Conversei com o querido articulista e acertamos para a publicação de seus artigos em nosso Blog, o que será um prazer e uma honra desabrida.

Que Jesus abençoe a ti Paulo por, desassombradamente, tocares em questões que a maioria prefere calar, deixando as mistificações sem respostas. Você não Paulo, no sagrado direito do contraditório vem e lança luz na obscuridade de certas aberrações!

  • Paulo Neto é o autor da obra fantástica: Kardec e Chico – 2 Missionários, sobre a questão absurda do Chico ter sido Kardec (A capa desta obra está logo aqui abaixo)

Que Jesus abençoe a todos nós!

Bruno Tavares

.

.

A MENSAGEM DE HOJE DE BRUNO

.

.

kec2

 .
.

 chverdec1

.

QUADRO DO PINTOR PERNAMBUCANO

ANTÔNIO CARLOS CASTANHA TAUA GOMES

abrunofclarablogbrilho

.

Francisco e Clarinha de Assis

Patronos deste Blog

.

fcc

.

.

.brunovg

carinhachn

.

.

cqchcc