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“Até quando os vossos olhares se deterão nos horizontes que a morte limita? Quando, afinal, vossa alma se decidirá a lançar-se para além dos limites de um túmulo?” [1]

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Há um tempo não muito distante, abordar assuntos sobre espíritos parecia-nos proibido, ilegal e pecaminoso. O que poderíamos nomear de: Tabu Religioso! A mesma impressão ainda nos sonda, quando decidimos falar sobre suicídio. Algo nos freia, nos angustia nos limita. Talvez por possuirmos no íntimo a revelação, que se existe uma prova comum a todos os encarnados, essa prova e a do respeito ao tempo de vida terrestre concedido a cada um de nós.

Entretanto, “como lidar com um assunto tão silencioso? A campanha Setembro Amarelo[2] nos responde que só tem um jeito de fazer: Falando sobre ele!” Então, vamos nos permitir acumularmos conhecimentos eternos a partir do compromisso de nos educarmos para eternidade. É nessa perspectiva que propomos abordar o tema suicídio a partir dos ensinamentos da Doutrina Espírita.

Na questão 628 do Livro dos Espíritos – Allan Kardec (2008 p. 299) pergunta a espiritualidade. Por que a verdade não foi sempre colocada ao alcance de todo mundo? E a espiritualidade responde: “É preciso que cada coisa venha a seu tempo. A verdade é como a luz: é preciso nos habituar a ela, pouco a pouco, de outra forma ela nos deslumbra”.

Diante da assertiva da espiritualidade, que expressa que cada coisa deve vir ao seu tempo, fica-nos evidente que primeiro era necessário nos habituar com a luz da existência do mundo espiritual. Para despois, nos desvencilhar dos receios que nos freavam ao falar dos espíritos, e só assim, sem receios ou julgamentos condenatórios poder conversar sobre o tema do suicídio.

Sim! Devemos conversar, falar, expressar, esgotar todos os conteúdos possíveis sobre o tema. A relevância de aprofundarmos esse debate se faz presente nos dados da Organização Mundial de Saúde – OMS apresentados pela Campanha do Setembro Amarelo, que assim alerta:

– No mundo cerca de 800 mil pessoas se suicidam por ano, o que corresponde a uma morte a cada 40 segundos.

– No Brasil é registrado uma morte a cada 45 minutos.

– De cada suicídio de 6 a 10 pessoas são diretamente impactadas.

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[1] Kardec, (2009 p. 119). Evangelho Segundo Espiritismo – O mal e o Remédio – Santo Agostinho. Paris, (1863).
[2] “Setembro Amarelo é uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio, com o objetivo direto de alertar a população a respeito da realidade do suicídio no Brasil e no mundo e suas formas de prevenção. Ocorre no mês de setembro, desde 2014, por meio de identificação de locais públicos e particulares com a cor amarela e ampla divulgação de informações”. Para mais informações acesse: <http://setembroamarelo.org.br/&gt;

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– O suicídio é a 2ª causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos, também é a 15ª causa de morte no mundo.  

Diante desses dados, é triste afirmar a probabilidade de que até a finalização da pesquisa para embasar esse simples artigo, centenas de pessoas terão tirado suas próprias vidas. Contudo, é importante destacar o que afirma o Dr. Neury Botega[1], professor da Unicamp que alerta que: “muitos casos de suicídio liga-se ao caso de transtorno mental”. Todavia, a espiritualidade nos ensina que cada caso possui suas particularidades e atenuantes, sabendo que nada escapa a misericórdia e a justiça divina.

Por esta razão, é importante salientar que neste artigo, nos reportaremos aos casos de suicídios abordados na questão 946 do Livro dos Espíritos que diz:

Que pensar do suicídio que tem por objetivo escapar às misérias e decepções desse mundo? Pobres Espíritos, que não têm a coragem de suportar as misérias da existência! Deus ajuda aqueles que sofrem, e não àqueles que não têm força nem coragem. As tribulações da vida são provas ou expiações; Felizes os que as suportam sem se murmurar, porque serão recompensados! Infelizes, ao contrário, os que esperam sua salvação do que, na sua impiedade, chamam de acaso ou fortuna! O acaso, ou a fortuna, para me servir de sua linguagem, podem, com efeito, lhes favorecer um instante, mas é para os fazer sentir mais tarde e mais cruelmente o vazio dessas palavras. (KARDEC, 2008 questão 946).

São inúmeros os casos de suicídio cuja motivação é Escapar das misérias e Decepções da Vida. Escapar de uma falência financeira, de uma desilusão amorosa, da dor de uma perda, da culpa que consome, da doença que degrada, da insatisfação sobre o gênero de vida que se encontra.  O descontentamento e a falta de coragem advêm da “incredulidade, a simples dúvida sobre o futuro, as ideias materialistas, numa palavra, são os maiores incitantes do suicídio; ocasionam a covardia moral” (KARDEC, 2009 p.115).

Escapar das misérias e decepções da vida! Esse é o pensamento do indivíduo cuja coragem se esvaziou, a falta de fé o enfraqueceu, e o desconhecimento de sua ampla existência enquanto ser eterno, o faz optar a ingressar na ilusão do nada.

A ignorância com relação à vida espiritual, quanto às provas e expiações que o espírito encarnado está destinado a enfrentar, para se ajustar com as leis divinas é a causa que o fará retornar ao mundo espiritual na condição de delinquente, cujo crime foi aniquilar o templo do seu espírito. O suicídio representa a quebra do contrato e do plano encarnatório firmado com a Espiritualidade Superior, e para, além disso, representa a destruição do corpo físico cuja propriedade não o pertence.

Diante da referida revelação, e como função educativa, se faz relevante conhecermos alguns fatos post-mortem sobre o suicídio. Camilo Cândido Botelho no Livro Memórias de um Suicida (PEREIRA, 1954 p.83) relata a condição dos que deixaram a morada terrestre na qualidade de fugitivo dos planos encarnatório.

O suicida é um Espírito criminoso, falido nos compromissos que tinha para com as Leis sábias, justas e imutáveis estabelecidas pelo Criador, e que se vê obrigado a repetir a experiência na Terra, tomando corpo novo, uma vez que destruiu aquele que a Lei lhe confiara para instrumento de auxílio na conquista do próprio aperfeiçoamento — depósito sagrado que ele antes deveria estimar e respeitar do que destruir, visto que lhe não assistiam direitos de faltar aos grandes compromissos da vida planetária, tomados antes do nascimento em presença da própria consciência e ante a Paternidade Divina, que lhe fornecera Vida e meios para tanto. (Relato de Camilo Cândido Botelho no Livro Memórias de um Suicida) (PEREIRA, 1954 p.83).
[1] Dr. Neury Botega. Vídeo disponível em: <https://youtu.be/6WU-5MNSwp8&gt;

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A misericórdia e a justiça divina são soberanas, disso nunca devemos nos esquecer, sobretudo, quando ainda existem religiões que disseminam que “o suicida _ partiu direto para o inferno de cabeça para baixo,” assim, escutei uma amiga falar o que aprendeu em sua igreja.  Entretanto, a Doutrina ditada pela Espiritualidade Superior, nos amplia os sentidos para a lógica e a razão. A literatura espírita nos elucida que o fugitivo terrestre, ao aniquilar seu corpo físico, mergulha no inferno criado pela sua consciência. O espírito é atraído magneticamente para junto dos que mantêm os mesmos padrões vibracionais, assim como o metal é atraído pelo imã.

As consequências do suicídio para o espírito infrator são diversas, os sofrimentos causados pelo ato insano são relatados de inúmeras formas: as sensações de dores artrose, frio indescritível, fome e sede insaciáveis, sensações de um corpo físico que não mais existe, repetição mental do momento do ato que resultou no suicídio, entre outras inúmeras descrições.

A individualidade do ser espiritual revela: “nada ocorre e se repete igual, na questão do despertamento e conduta post-mortem, cada ser é integralmente único sob as injunções que lhe são próprias” (FRANCO, 2014 p.167).

Nessa perspectiva, Kardec (2008 p. 299) comenta a resposta da questão 957 que aborda as consequências do suicídio sobre o estado do espírito.

[…] as consequências do suicídio não são sempre as mesmas. Mas há as que são comuns a todos os casos de morte violenta, e a consequência da interrupção brusca da vida. Há primeiro a persistência mais prolongada e mais tenaz do laço que une o Espírito ao corpo, por estar esse laço quase sempre na plenitude de sua força, no momento em que é quebrado, enquanto que na morte natural ele se enfraquece gradualmente e, no mais das vezes, se rompe antes que a vida esteja completamente extinta. As consequências desse estado de coisa são a prolongação da perturbação espírita, depois a ilusão que, durante um tempo mais ou menos longo, faz o Espírito crer que está ainda entre o número dos vivos.

As observações elencadas pela espiritualidade em Kardec (2008) também é apresentada nas memórias pós-suicídio de Camilo Cândido Botelho. O referido espírito narra à constatação da impossibilidade do suicida romper o cordão fluídico-magnético, o laço que liga a alma ao envoltório carnal. No suicida permanece os fragmentos da bruta ruptura, “qual um cabo compacto de fios elétricos arrebentados”. Já na morte natural, esse cordão fluídico é desligado naturalmente sem choque, nem violência (PEREIRA, 1954 p. 31).

A ligação do corpo físico ao corpo perispiritual trata-se de uma questão de constituição fisiológica, entre a matéria orgânica (tangível) e a matéria fluídica (intangível). Esse detalhe que muitos suicidas nunca ouviram falar possui relevância basilar, pois é justamente nessa conexão que se estabelece a desorganização do estado mental e das sensações materiais após a morte.

Isso porque, estando o corpo físico em plena capacidade de reserva de forças magnéticas, as quais foram concedidas para o cumprimento do tempo de vida, estipulado no planejamento encarnatório. Mesmo após ter cessado a vida orgânica, e estando o cordão fluídico ainda ligado ao perIspÍrito por fios que não podem ser partidos, resulta na sensação do espirito sentir-se um “morto-vivo”.

            É importante lembrar que a perturbação espiritual após a morte do corpo físico, e a repercussão das sensações materiais no corpo perispiritual, advém do gênero de morte, da interrupção brusca da vida e/ou da condição moral do indivíduo. Por esta razão, muitos irmãos que não foram “suicidas voluntários”, porém, durante a passagem terrena valorizaram excessivamente à vida material, encontraram semelhantes perturbações ao atravessarem a porta do além-túmulo.

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As referidas consequências se dão, pelo fato da morte do corpo não representar o automático desencarne do espírito. A libertação do espírito acontece, quando a equipe espiritual enviada por ordens superiores, efetiva o desligamento do cordão fluídico que une o espírito ao corpo.  Sendo assim, sempre é importante lembrar que fazemos parte do rebanho terrestre das ovelhas entregue ao Bom Pastor, Jesus de Nazaré. E sobre as ovelhas que o criador lhes confiou, Jesus assim o disse: “Ninguém a tira de mim, mas eu a dou livremente. Tenho o poder de entregá-la e o poder de retoma-la; esse é o mandamento que recebi do meu pai” (JOÃO 10:18).

Como tutelados do Mestre Jesus, a ele compete à ordem para nos desligarmos do instrumento que nos foi concedido para aprendizagem e evolução. Assim, nos exemplifica o livro_ Obreiros da Vida Eterna, ao relatar o caso de uma mulher desencarnada sentada sobre o túmulo. Após descrever o gênero de vida escolhido pela referida irmã, o mentor assim relata:

É da lei natural que o lavrador colha de conformidade com a semeadura. Quando acalmar as paixões vulcânicas que lhe consomem a alma, quando humilhar o coração voluntarioso, de modo a respeitar a paz dos entes amados que deixou no mundo, então será libertada e dormirá sono reparador, em estância de paz que nunca falta ao necessitado reconhecido às bênçãos de Deus. A lição era dura, mas lógica (XAVIER, 2014 p. 237).

 Se há relatividade nas consequências do suicídio para o espírito infrator. A espiritualidade aponta que existe uma consequência certa e fixada, é o desapontamento. O pior inferno é constatar o equivoco cometido e a incapacidade de reverte-lo. Assim como descreve Camilo Cândido Botelho, “_enganei-me, porém; e lutas infinitamente mais vivas e mais ríspidas esperavam-me a dentro do túmulo a fim de me chicotearem a alma de descrente e revel, com merecida justiça” (PEREIRA, 1954 p. 21).

Fora do corpo físico o espírito se dá conta de sua imortalidade, e que a vida humana com relação à eternidade é bem menos que um dia. Como também, em muitos casos, o espírito se ver constrangido a constatar que:

Em vários casos, a solução para os problemas, que abriram as portas para o abismo, encontrava-se a dois passos de distância do sofredor; surgiria o socorro enviado pela Providência ao seu filho bem amado, dentro de alguns dias, de poucos meses, bastando somente que este se encorajasse para diminuta espera, em glorioso testemunho de vontade, paciência e coragem moral, necessário ao seu progresso espiritual! Então concluímos com decepcionante surpresa que fácil teria sido a vitória e até a felicidade, se buscáramos no Amor Divino a inspiração para os ditames da existência que desgraçadamente destruíramos! (Relato de Camilo Cândido Botelho no Livro Memórias de um Suicida) (PEREIRA, 1954 p.81).

Vontade, Paciência e Coragem Moral são o que todos os encarnados necessitam para enfrentar as atribulações da existência terrestre. É nessa perspectiva que o Apostolo Paulo, em Coríntios (1:10:12) nos alerta:  “aquele que julga estar em pé, tome cuidado para não cair. As tentações que vos acometeram tiveram medida humana. Deus é fiel; não permitirá que sejais tentado acima de vossas forças. Mas, com a tentação, ele vos dará meios de sair dela e forças para suportar”.

As tentações que o Apostolo Paulo se referem são as provas que temos que enfrentar, e assim como bem expressa, essas provas têm a medida humana, ou seja, são situações criadas por nós, nessa existência ou em existências anteriores. É nesse sentido, que a espiritualidade nos diz que, cada um de nós possui a responsabilidade sobre o nosso futuro, a partir dos equívocos e/ou acertos cometidos no passado e no presente. Assim, “a sorte não é a mesma para todos: depende das circunstâncias. Alguns expiam a sua falta imediatamente, outros em uma nova existência, que será pior do que aquela cujo curso interromperam” (KARDEC, 2008 p.299).

É o que constata Camilo Cândido Botelho: “A volta de um suicida a um novo corpo carnal é a lei. É lei inevitável, irrevogável! É expiação irremediável, à qual terá de se submeter voluntariamente ou não, porque a seu próprio benefício outro recurso não haverá senão a repetição do programa terreno que deixou de executar” (PEREIRA, 1954 p 83)

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O planejamento cancelado pelo ato do suicídio terá que ser retomado. Contudo, novas responsabilidades passam a fazer parte do novo programa a ser executado pelo espírito infrator, […] “obedecendo ao impulso inteligente e sábio de leis magnânimas fundamentadas no Pensamento Divino, que os aciona para o progresso, na conquista do mais perfeito!” (PEREIRA, 1954 p.14).

É nesse sentido, que o Dr. Bezerra de Menezes alerta que “as marcas de determinadas reencarnações não desaparecem, de um para outro momento, das tecelagens sutis do Espírito, que renascem no corpo sofrendo-lhes os efeitos” (FRANCO, 2014 p.149).  A violência causada no corpo físico, impressa nas tecelagens do corpo espiritual, através da consciência desarmonizada com a Lei Divina, reflete na formação do novo corpo que servirá de instrumento para as novas lutas terrenas.

Novas lutas aguardam o espírito suicida e são inúmeros os relatos de espíritos que após uma existência de expiações e sofrimentos, revelaram terem sido suicidas em encarnações anteriores. O desapontamento os persegue ao constatarem a inutilidade do ato que pôs a perder, todo o seu programa evolutivo, do qual terá que repetir as circunstâncias, as decepções e as insatisfações. E novamente se verá tentado a desistir.

Por esta razão, O Evangelho Segundo o Espiritismo, (KARDEC, 2009 p.118) nos indica: “quando vos advenha uma causa de sofrimento ou uma contrariedade, sobreponde-vos a ela, e quando houverdes conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, dizei, de vós para convoco, cheio de justa satisfação: “Fui o mais forte!””

Sabemos o quanto é difícil, para aquele que se encontra submerso nos fluidos lodosos, gerados pelos pensamentos de angustia e perturbação, conseguir visualizar saída para além da cortina espessa que o envolve. Mas existe uma força capaz de soerguer aquele que caiu. É a Vontade!

A vontade é a maior de todas as potências; é, em sua ação, comparável ao ímã. À vontade de viver, de desenvolver em nós a vida, atrai-nos novos recursos vitais; tal é o segredo da lei de evolução. A vontade pode atuar com intensidade sobre o corpo fluídico, ativar-lhe as vibrações e, por esta forma, apropriá-lo a um modo cada vez mais elevado de sensações, prepará-lo para mais alto grau de existência (LEON DENIS, 1922 p.236).

É por esta razão que aquele que sabe que existe um caminho a prosseguir, mas se depara com a insatisfação de se encontrar em um mundo cujas mazelas e as inferioridades humanas prevalecem. Este será sábio, se procurar buscar o cumprimento dos seus planos terrenos, porque só a partir de seus esforços na vontade de progredir é que conseguirá alcançar novos desígnios segundo o direito e a justiça. Nunca esquecendo que a contabilidade divina tem como princípio principal, o alerta que Jesus nos concedeu: Que a cada um será dado segundo suas obras[1]. 

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REFERENCIAS
DENIS, Léon. O problema do ser, do destino e da dor. Publicação original: Le problème de l’être et de la destinée. 1922. Editora FEB <www.febnet..org.br>Versão digital, 2013 – Brasil.
FRANCO, Divaldo Pereira. Nas Fronteiras da Loucura. 15ª. Ed./Pelo espírito de Manoel Philomeno de Miranda [psicografado por Divaldo Pereira Franco]. Salvador, LEAL, 2014. 320 p.
KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Tradução de Guillon Ribeiro da 3ª. Edição francesa, revista e modificada pelo autor em 1866. 25ª edição. 2009. 512.p
KARDEC, Allan.O Livro dos Espíritos: Tradução de Salvador Gentile, Revisão de Elias Barbosa. Araras, SP. IDE, 177 ª. Edição, 2008. 352 p.
PEREIRA, Yvonne do Amaral. Memórias de Um Suicida. Edição Digitalizada, 1954. Editora FEB <www.febnet.org.br> Digitalizada por: L. Neilmoris. 2008 Brasil.
XAVIER, Francisco Cândido. Obreiros da Vida Eterna /pelo Espírito André Luiz; [psicografado por Francisco Candido Xavier- 35ª. ed.  Brasilia: FEB, 2014. 327p. (Coleção A Vida no Mundo Espiritual)
[1] Mateus 16:27

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* AS IMAGENS SÃO ESCOLHA E RESPONSABILIDADE 
DE BRUNO TAVARES

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elis Elisangela Gusmão 

Pesquisadora da Doutrina Espirita, trabalhadora da Associação Espírita Casa dos Humildes, Recife-PE.
Mestra em Extenção Rural e Desenvolvimento Local pela UFRPE. Articulista do blog do Bruno Tavares.
Email: elisgus@gmail.com

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brunooyellowMeus queridos amigos e irmãos, leiam aí  o artigo maravilhoso da minha querida amiga Elisinha, Elis Gusmão, trabalhadora da nossa querida Casa dos Humildes. Elisinha aqui adverte-nos, hoje, sobre as consequências do suicídio para o espírito imortal, mas antes aponta para as causas que levam o ser a cometer este ato tresloucado e inútil. Tudo na escrita de Elis traz o embasamento nos postulados espíritas, em companhia, claro, da percuciência e sensibilidade da sua alminha madura e tão lúcida.

Que Jesus abençoe a ti Elisinha e te cubra de bençãos para que nos brinde com textos luminosos assim!

Bruno Tavares

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