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Revue Spirite de 1865, página 343, insere um artigo com o titulo – “Um novo Nabucodonosor”, da autoria de Allan Kardec, como é de supor-se, artigo que estuda um interessante caso de licantropia.

            De Charkow (Rússia) escrevem-lhe sobre o caso que tentaremos resumir, abaixo:

            Na família R… viviam dois irmãos, Alexandre e Voldemar. Este último, impressionava pelos seus olhos, produzindo em quem os mirasse uma sensação estranha e perturbadora; o mesmo acontecia com seu irmão, em cujos olhos negros havia também um certo magnetismo fascinador, embora em menor grau. Voldemar, na escola, sobressaia-se sobre Alexandre, assombrando seus mestres e colegas por aptidões fora do comum. Jactava-se disso, sobretudo diante do irmão, sobre quem despejava seus motejos e zombarias.

            Passam-se os tempos. Voldemar morre aos 16 anos. O irmão se transforma e passa a ter hábitos esquisitos, anormais, intercalados por atos e hábitos inteiramente normais, não sendo, pois, um doido comum.

            Acreditando-se num desarranjo cerebral, foi Alexandre internado numa casa de saúde. Porém – coisa estranha! -, ele se alterou completamente e nada em sua conduta ou em suas palavras denotava um cérebro doentio, fazendo com que os médicos cressem até numa intriga de família. 

O rapaz dirigia-se muitas vezes para uma choupana que servia de galinheiro, despojava-se de suas vestes e ali permanecia insistentemente. 

Quiseram por os bens dele sob tutela; mas as comissões nomeadas, para esse fim, sempre que iam Interrogá-lo recebiam respostas comedidas e bem sensatas, e se retiravam, por isso, desapontadas. 

Esses acontecimentos começaram em 1842, e até 1865 não haviam cessado. 

Às vezes, Alexandre ficava num pardieiro, completamente nu, em pé, exposto a todos os ventos e a temperaturas baixíssimas. 

Poucas vezes se servia da palavra humana; à maneira dos animais, adquiriu-lhes o mugido especial. 

“A força de ter a cabeça inclinada, ele não mais a pode levantar; seus pés atingiram uma largura desmesurada, não lhe permitindo caminhar” – declara o informante do caso, parente próximo da família R… e que conviveu com os irmãos R… 

A exceção do que falamos, e dos olhos, seu aspecto não apresentava nada de extraordinário. Apenas uma expressão de sofrimento lhe pesava sobre o semblante, e exclamava de vez em quando: “Quando afinal acabará isso?” Outras vezes, chega a pronunciar o nome do seu irmão falecido. Certo dia, ao lhe perguntarem o motivo de sua conduta, respondeu: “Não me faleis nisso; é uma falta de vontade.” 

Tendo sido enviados seus cabelos a uma célebre sonâmbula, esta respondeu que se estava diante da doença de Nabucodonosor.

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Das considerações feitas por Kardec, retiramos os trechos a seguir: 

“Um fato salta evidentemente desse relato: é que este rapaz não é um louco, na acepção científica da palavra; ele goza da plenitude de sua razão, quando o quer. Mas qual pode ser a causa de semelhante esquisitice, nesta idade? Cremos que a Ciência, com suas fontes puramente materiais, levará muito tempo antes de acha-la. 

“Há entretanto outra coisa que simples mania: é a assimilação da voz e dos gestos próprios dos animais. Têm-se visto, é verdade, indivíduos abandonados nos bosques, desde tenra idade, que vivem com os animais, e lhes adquirem as vozes e os costumes, por imitação; mas aqui o caso é diferente: esse rapaz realizou estudos sólidos, vive em suas terras e dentro de uma aldeia, está em contato diário com seres humanos; portanto, tudo isso nada tem que ver com o seu isolamento e seus hábitos. 

“É, disse a sonâmbula de Londres, a doença de Nabucodonosor; mas que é esta doença? A história deste rei não é uma lenda? É possível que um homem seja transformado em animal? (1) Contudo, se se relaciona a descrição bíblica com o fato recente de Alexandre R… , nota-se entre eles mais de um ponto de semelhança. Compreende-se que o ocorrido em nossos dias possa ter sucedido noutros tempos, e que o rei da Babilônia haja sido atingido de um mal semelhante. Se então o rei, dominado por influência análoga, abandonou seu palácio, como Alexandre R… abandonou sua casa; se ele viveu e imitou as vozes, ao modo dos animais, como Alexandre, pode dizer-se, na linguagem alegórica do tempo, que ele fora transformado em animal. Isto destrói, é certo, o milagre; mas quantos milagres tombam, hoje em dia, diante das leis da Natureza, descobertas diariamente!” 

(1) A Bíblia não diz expressamente que houve metamorfose em animal. (Nota do Tradutor.) 

Kardec lê a narrativa, que lhe remeteram da Rússia, na Sociedade Espírita de Paris, para objeto de estudo. Três comunicações mediúnicas foram então obtidas. 

A primeira é de Voldemar, que confessa, irritado, ser ele a causa de todas aquelas perturbações, e fala de uma ligação íntima entre ele e Alexandre, ligação que deveria prosseguir até na morte. Mais, além, declara: “Não podendo constrange-lo a seguir-me, pelo menos imediatamente, eu empreguei o poder magnético que possuo em grau extremo, a fim de torcê-lo a abandonar sua vontade e seu ser ao meu livre arbítrio. Ele sofre nesta posição… tanto melhor!” 

Segue-se a segunda comunicação, obtida pelo mesmo médium, da autoria do Espírito protetor dos dois irmãos. Revela ter sido Alexandre, em outra existência, subordinado a Voldemar, em diversas ações más contra a sociedade, ações que são, hoje, a fonte de seus sofrimentos. Eles prometeram que jamais se trairiam ou se separariam. Morto Voldemar, Alexandre deveria, sob o império da promessa, seguir seu irmão ao túmulo, mas, cansado do jugo que há muito suportava, tomou a resolução, de lutar. Seu irmão, revoltado com isso, não o podendo matar materialmente, o tem feito moralmente, envolvendo-o numa rede de influências perniciosas que determinaram a obsessão em foco. 

“O sonâmbulo que designou essa afecção pelo nome de doença de Nabucodonosor – declara o mesmo Espírito – não estava longe da verdade como se poderia crer, visto como Nabucodonosor não era senão um obsidiado que se persuadia de ter sido transformado em animal. É então uma obsessão, que não exclui, como vós o sabeis, a ação da inteligência e não a aniquila de maneira fatal; é um dos casos mais notáveis, cujo estudo só pode ser proveitoso para todos.” 

Quando Voldemar se afasta, o irmão recobra sua energia própria podendo libertar-se. Como esse estado contraria a Voldemar, este não cessa de exercer sobre o irmão uma ação magnética continua. 

Por fim, citamos a terceira comunicação, recebida através de outro médium, do guia espiritual deste, assinada por São Benedito, que diz, entre outras coisas: 

“Meus bem-amados, certos fatos relacionados nas Escrituras são olhados por muita gente como fábulas feitas para as crianças. Porque não são compreendidos, são desprezados, recusando-se dar-lhes crédito. Entretanto, desprendido da forma alegórica, o fundo ali é verdadeiro, e somente o Espiritismo poderia fornecer a chave.” 

“A punição de Nabucodonosor não é pois uma fábula; ele não esteve, como vós o dissestes muito judiciosamente, transformado em animal; ele estava, sim, como o paciente que vos ocupa no momento, privado por algum tempo do livre exercício de suas faculdades intelectuais, e isto; em condições que o assemelhavam ao selvagem, fazendo do déspota poderoso um objeto de piedade para todos: Deus o havia ferido em seu orgulho. 

“Todas estas questões se prendem àquelas dos fluidos e do magnetismo. No rapaz, há obsessão e subjugação; ele é de grande lucidez no estado de Espírito, mas seu irmão exerce sobre ele uma influência magnética Irresistível. Voldemar o atrai facilmente para fora de seu corpo, quando uma pessoa amiga e simpática lá não esteja para o reter; Alexandre sofre quando está desprendido: constitui para ele uma punição, e é então que faz ouvir seus bramidos ferozes. 

“Não vos apresseis, pois, em condenar o que está escrito nos livros sagrados, como o fazem a maior parte, daqueles que veem apenas a letra e não o espírito. 

“Todos os dias vós vos instruireis mais e mais, e novas verdades se desvendarão aos vossos olhos, visto estardes longe de haver esgotado todas as aplicações daquilo que sabeis de Espiritismo.” 

Terminando a interessante exposição, Kardec declara: “Resulta desta explicação, perfeitamente racional, que esse rapaz está sob o império de uma obsessão, ou melhor, de terrível subjugação, semelhante à que sofreu o rei Nabucodonosor.” 

Passa Kardec, em seguida, a considerar o motivo das obsessões, que muitas vezes são provas e, punições, concluindo que o rei poderia muito bem estar sob o jugo de um Espírito malfazejo que o constrangeria a agir como um animal, sem entretanto metamorfoseá-lo em animal. 

Finalmente, escreve: “Sob o ponto de vista do Espiritismo, este fato oferece importante matéria de estudo; a obsessão ai se apresenta sob um aspecto novo quanto à forma e quanto à causa determinante, mas que nada tem de surpreendente após o que nos tem sido dado ver todos os dias. São Benedito muita razão tem ao dizer que estamos longe de ter esgotado todas as aplicações do Espiritismo, bem como abarcado tudo o que ele nos pode explicar; tal como ele se nos apresenta, oferece-nos uma rica mina para explorar, com o auxílio das leis que ele nos torna conhecidas.”

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 Entremos agora no estudo interpretativo das alterações Iicantrópicas da personalidade, segundo a ciência terrena e respeito aos seres humanos. 

Os psiquiatras estudam-nas entre as psicoses esquizofrênicas, e o Dr. Vallejo Nágera, Professor de Psiquiatria da Universidade de Madrid, no seu volumoso Tratado de Psiquiatria (1944), enquadra-as no capítulo das ideias delirantes metamorfósicas, que são as que conduzem aos transtornos da personalidade, com sintomatologia esquizofrênica primária, isto é, “emergem sem motivo e resultam incompreensíveis” (Kohle). 

O emérito professor diz então (pág. 154) que nessas ideias delirantes “a sensação de transformação se reporta à mudança de posição interna do paciente, relativamente ao meio ambiente – fenômeno denominado transitivismo, por Wernicke”. 

“No transitivismo o paciente crê haver passado ao corpo de outra pessoa ou ao de um animal, num típico fenômeno, neste último caso, de personificação em animal” – observa ainda o Dr. Nágera.

 Nota-se, nesses doentes, o predomínio da Introversão sobre a extroversão, o empobrecimento da atividade psíquica e alterações outras que tornam a personalidade esquizofrênica clinicamente “inabordável, incompreensível, versátil, extravagante, brutal”. 

O professor de Madrid considera que “o conteúdo dos delírios esquizofrênicos se acha ligado às paixões, recordações, aos temores e remorsos: a tudo o que se deseja e teme, a todo o vivido e pensado”. 

É interessante comparar esta observação com a que nos faz Gúbio, ao referir-se em Libertação, capítulo V, à senhora licantrópica: “O remorso é uma bênção, sem dúvida, por levar-nos à corrigenda, mas também é uma brecha, através da qual o credor se insinua, cobrando pagamento. A dureza…” 

Como se vê, apesar das insinuantes definições, a licantropia e as esquizofrenias em geral continuam obscuras ao entendimento dos médicos encarnados, pelo menos. Teorias e hipóteses inúmeras, constituídas em Escolas a se digladiarem, cada qual desejosa de impor presunçosamente o seu ponto de vista, multiplicam-se no campo da gênese dos fenômenos esquizofrênicos, sejam elas puramente organicistas, puramente psíquicas, ou psico orgânicas. 

Comentando essas controvérsias, Calderaro declara a André Luiz que “tal conflito é, em verdade, lamentável e bizantino, de vez que ambas as correntes (psíquica e orgânica) possuem razões substanciosas nos argumentos com que se digladiam”. (No Mundo Maior, André Luiz, capítulo 11, página 170) 

Eis como o Dr. Vallejo Nágera se expressa sobre esse ponto, à pág. 579 de sua obra já citada: “Polimorfica en sus manifestaciones, desconcertante por sus extranos sintomas – Incomprensibles psicológicamente -, misteriosas sus causas Intimas, constituye la esquizofrenia capitalisimo punto de interés psiquiátrico y eje de Ia Psiquiatria. EI deslinde de Ia esquizofrenia ha sido trabajosísimo, y hoy todavia discuten Ias distintas Escuelas su verdadera etlopatogenia y unidad de sus sintomas

Tristemente, esse mesmo médico chama à esquizofrenia – “peste branca da humanidade civilizada”, enquanto o nosso Dr. Heitor Pires afirma ser “0 Moloque a desafiar e desapontar os estudiosos da Psiquiatria“. 

André Luiz lamenta, do Além, o avassalador pandesequilíbrio mental, dizendo melancolicamente: “É tão grande a quantidade de doentes, neste particular, que não nos sobra outro recurso além da resignação. Continuamos, desse modo, a atender superficialmente, esperando, acima de tudo, da Providência Divina.” (Obreiros da Vida Eterna, capítulo 11, págs.30 e 31) 

Acreditamos que se os psiquiatristas conhecessem melhor a alma e suas ligações com um passado ainda vivo no presente, através das noções reencarnacionistas, e aplicassem uma “terapêutica à base dos sentimentos cristãos, antes de qualquer recurso à hormoterapia e à eletricidade”(Obreiros da Vida Eterna, pág. 31), certamente sustariam muitos casos cuja evolução tende para o desequilíbrio completo. 

Em alguns hospitais norte-americanos, 10 a 25 por cento dos doentes esquizofrênicos se restabelecem espontaneamente, sem qualquer tratamento farmacológico – declara George W. Gray em sua obra The advancing front of Medicine. Essa cura – perguntamos – não será devida talvez à terapêutica cristã de que fala André Luiz, direta ou indiretamente aplicada a esses doentes?

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Para nós, espíritas, muitas dessas doenças mentais têm origem extraterrena, o que vem sendo confirmado por cientistas de renome. Citaremos os testemunhos de dois deles: os Drs. Webster e WiIliam James, ambos da Associação Médica Norte-Americana. 

O primeiro declara: “Muitos insanos há, tidos por loucos incuráveis, que, no entanto, apenas se acham subjugados pela ação opressora de Espíritos ou falanges de Espíritos.” O segundo, professor de Psicologia da Universidade de Harvard, dirigindo-se à classe médica, anunciou: “Torna-se cada vez mais evidente que a obsessão é a causa determinante de muitos casos de loucura e que estes podem curar–se. A atenção médica terá de voltar-se para tais problemas, ou a matéria médica perderá o domínio do assunto.” 

“Com exceção de raríssimos casos, todas as anomalias de ordem mental se derivam dos desequilíbrios da alma” – firmou mais preciso e sabiamente, do Além, o Espírito do médico André Luiz (Obreiros da Vida Eterna, pág. 30). 

Embora muitos casos se catalogam, aos nossos olhos, entre os de origem orgânica, mesmo estes podem ser contados nos desequilíbrios profundos da alma, em vidas passadas, desequilíbrios que se refletiram no corpo perispirítico preexistente e modelador do corpo físico, que, por sua vez, fatalmente apresentará as falhas consequentes àquelas imprevidências do pretérito. 

Por seu lado educativo, citaremos a interessante hipótese de F. Gross (1918), que agrupa as esquizofrenias no quadro das teorias psíquicas. Darei a palavra ao Doutor Nágera que, em seu Tratado de Psiquiatria, às págs. 604-5, assim expõe aquela hipótese: “Supõe o autor que as enfermidades mentais radicam em duas condições prévias: uma, negativa, representada pela falta de adequado impulso ao bem; outra, positiva, representada pelas inibições cerebrais ao mal. Nos casos em que o impulso congênito ao bem se desenvolve em completa liberdade em todos os aspectos, o fator positivo somático não pode engendrar enfermidade cerebral alguma: a pureza jamais enlouquece, só enlouquece a culpa.” (Destaque nosso.) 

Entende-se por fator negativo a vida afetiva muito afastada do ideal, na que radicam os extravios, que conduzem à paixão e, com ela, à disposição para a enfermidade mental. As paixões são a mãe de todas as enfermidades mentais.” (Grifo nosso.) 

0 homem obra por uma série de motivos corporais e espirituais, rompendo o corpo alterado a cadeia de motivos, consequentemente, na esquizofrenia tratar-se-ia de causas corporais e motivos psíquicos, com difícil separação analítica de uns e outros.” 

A Psiquiatria marcha para mais altas e mais efetivas realizações dentro da terapêutica das doenças mentais. 

O Espiritismo alegra-se com Isso, conquanto, de outro lado, sinta alguma tristeza por ver a falsa compreensão que ela tem da Doutrina dos Espíritos. 

Não nos revoltemos, porém, nós os espíritas, e nem lastimemos tal estado de coisas. A ciência psicossomática já é um passo dado para que, no futuro, a Psiquiatria se abrace ao Espiritismo e entre, então, numa nova fase de mais amplas possibilidades, senão para o extermínio, pelo menos para a significativa diminuição dos doentes nervosos que preocupam a Humanidade. 

Até lá, prossigamos distribuindo o que nos for possível entre os necessitados da mente e da alma, orando sempre, confiantes no Médico Divino – Jesus.

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* AS IMAGENS SÃO ESCOLHA E RESPONSABILIDADE 
DE BRUNO TAVARES

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brunooyellowMeus queridos amigos e irmãos, eis aqui um artigo seríssimo, dos mais altos estudos da ciência espírita, do querido pesquisador e escritor espírita Zêus Wantuil. Zêus é filho do grande ex-presidente da Federação Espírita Brasileira, Dr. Waltuil de Freitas, o homem que criou o portentoso parque gráfico da FEB. O Zêus também é autor, junto com Francisco Thiesen (outro ex-presidente da FEB), da mais extraordinária biografia do codificador do Espiritismo: “Allan Kardec – em 3 volumes”.

Aqui ele nos oferta um profundo texto sobre a licantropia, fenômeno espiritual muito conhecido dos estudiosos da obra de André Luiz, remontando aos dias de Nabucodonosor com sua doença misteriosa que só hoje, com o advento da Doutrina Espírita, teve a sua cabal explicação!

Que Jesus abençoe à Ciência Espírita que distribui a mancheias não só a anamnese para os intricados problemas espirituais, mas além da diagnose oferece, também, o caminho para a cura e até a devida profilaxia, com a demonstração do espírito imortal e a necessidade do Evangelho como elixir da medicina preventiva do futuro! 

Que Jesus abençoe a todos nós!

Bruno Tavares

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A MENSAGEM DE HOJE DE BRUNO

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QUADRO DO PINTOR PERNAMBUCANO
ANTÔNIO CARLOS CASTANHA TAUA GOMES

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Francisco e Clarinha de Assis

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