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Uma pessoa perguntou-nos por que católicos, protestantes e, sobretudo, os pastores evangélicos atacam os espíritas e o Espiritismo, e quando isso teve início. O assunto foi motivado pelo caso que ocorreu entre a cantora Paula Fernandes e um grupo de evangélicos pertencentes à religião intitulada Testemunhas de Jeová, que postaram nas redes sociais mensagens agressivas contra a cantora pelo simples fato de ter ela admitido admiração pela doutrina espírita.

Entendemos que o motivo central das perseguições ao Espiritismo advém da conhecida proibição firmada por Moisés relativa à consulta aos mortos. Pelo menos, essa tem sido a razão alegada e ignoramos se existem outras, certamente inconfessáveis.

É bom lembrar, no tocante aos católicos, que ele reprimiram de todas as formas os adeptos da Reforma protestante. Lutero e Calvino não foram assassinados porque fugiram para locais em que a força da Igreja não era assim tão temível.

Com relação ao Espiritismo, tudo parecia ir bem até que surgiu, em abril de 1864, “O Evangelho segundo o Espiritismo”, se bem que em 1861 ocorreu na Espanha o lamentável episódio conhecido como o Auto-de-Fé de Barcelona, em que obras espíritas diversas, legalmente importadas, foram apreendidas e queimadas em praça pública por determinação do bispo local.

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As perseguições desde então espalharam-se por todos os lugares, sobretudo naqueles em que a Igreja contava com a força do poder e a simpatia da maioria da população.

A casa de nossos pais, como já foi relatado até em livro, era com frequência atingida por pedradas vindas de pessoas quando das chamadas procissões, um ato de fé que era, então, conspurcado pela violência e pela intolerância.

Os tempos hoje são outros, a má-vontade contra o Espiritismo permanece, mas as agressões têm sido mais sutis e menos ostensivas.

Trata-se, porém, de uma atitude que decorre não apenas de preconceito mas, sobretudo, de um equívoco fundado na ignorância do que vem ocorrendo no seio das religiões cristãs, que não mais veem a conhecida sentença mosaica com o rigor dos primeiros tempos.

No Brasil, frei Boaventura Kloppenburg, nosso mais ferrenho crítico; na Itália, o padre Gino Concetti, comentarista do Osservatore Romano, órgão oficial do Vaticano; na França, o padre François Brune, autor do livro “Os Mortos nos Falam” – todos eles admitem as comunicações mediúnicas e as relações entre nós e os chamados mortos.

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Em entrevista transmitida pela Rede Globo de Televisão, antes publicada pela agência Ansa, Gino Concetti revelou qual é a nova postura da Igreja com relação à mediunidade e às relações entre nós e os falecidos.

Disse então que a Igreja não somente admite a comunicação com os mortos, como reconhece que ter um contato com a alma dos entes queridos que já partiram para o Além pode aliviar os que tenham, porventura, ficado perturbados com esse transe.

“Segundo o catecismo moderno – explicou o teólogo – Deus permite aos nossos caros defuntos que vivem na dimensão ultraterrestre enviar mensagens para nos guiar em certos momentos da vida.

Após as novas  descobertas no domínio da psicologia sobre o paranormal, a Igreja decidiu não mais proibir as experiências do diálogo com os falecidos, sob a condição de que elas sejam levadas com uma finalidade séria, religiosa e científica.”

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Em face de depoimento tão claro a respeito das comunicações espíritas, não causa surpresa alguma o que frei Boaventura Kloppenburg escreveu em seu livro “Espiritismo e Fé”, em que declara que os católicos, tanto quanto os espíritas, admitem:

a) que os falecidos não rompem seus laços com os que ainda vivem na Terra;

b) que eles podem, portanto, nos socorrer e ajudar;

c) que os Espíritos desencarnados podem manifestar-se ou comunicar-se perceptivelmente conosco;

d) que tais manifestações podem ser de dois tipos: espontâneas e provocadas. As espontâneas são as que têm sua origem ou iniciativa no Além, como a do anjo Gabriel (Lucas, 1:26-38). As provocadas são as que têm sua iniciativa no mundo físico, como, por exemplo, o caso do rei Saul, que evocou Samuel por meio da pitonisa de Endor (Samuel, 28:3-25).

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Quanto ao padre François Brune, pesquisador católico da Transcomunicação Instrumental, que se dedica ao intercâmbio entre nós e os Espíritos por meios eletrônicos, eis o que escreveu no livro “Os Mortos nos Falam” (Edicel, 1991, p. 15):

“Escrevi este livro para tentar derrubar esse espesso muro de silêncio, de incompreensão, de ostracismo, erigido pela maior parte dos meios intelectuais do ocidente. Para eles, dissertar sobre a eternidade é tolerável; dizer que se pode vivê-la torna-se mais discutível; afirmar que se pode entrar em comunicação com ela é considerado insuportável.

O padre e teólogo que sou quis, como se diz, certificar-se completamente da verdade. Por que todos esses testemunhos deveriam ser, a priori, considerados suspeitos? Quando o conteúdo das mensagens e das comunicações gravadas reúne, como eu demonstro, os maiores textos místicos de diversas tradições, existe nisso mais que uma simples coincidência.

Eu acompanhei, pois, e estudei apaixonadamente os resultados das pesquisas mais recentes nesse campo. As conclusões deste trabalho ultrapassaram minhas previsões: não somente a credibilidade científica das experiências de comunicação com os mortos encontra-se confirmada e não pode mais ser posta em dúvida, mas a prodigiosa riqueza dessa literatura do além reanimou em mim o que séculos de intelectualismo teológico haviam extinguido”

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Padre Brune e a Evidência Científica da Imortalidade

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* AS IMAGENS E VÍDEOS SÃO ESCOLHA
E RESPONSABILIDADE DE BRUNO TAVARES

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brunooyellowMeus queridos amigos e irmãos, eis aqui um artigo extraordinário do meu querido amigo Astolfo Olegário Filho, de Londrina-PR, que dirige a Revista Semanal de Divulgação Espírita O Consolador, para mim, sem pejo de dizer, a maior e melhor revista espírita do Brasil na web.

Na sua argumentação, muito lúcida, Astolfo faz um raio X da fragilidade de argumentos daqueles que combatem o Espiritismo de forma peremptória, sem um maior aprofundamento, trazendo na sua defesa notável da Doutrina, o apoio de Padres que no seio da própria Igreja Católica, desassombradamente, atestam e asseveram firmemente sobre a realidade da imortalidade humana, na concretização de todo o ideal cristão nesse percurso de dois mil anos!

Que Jesus abençoe ao querido Astolfo Olegário Filho, que já tem seu nome gravado no panteão dos grandes trabalhadores espíritas, nessa implantação do Evangelho Renovado nas Terras do Cruzeiro! 

Que Jesus abençoe a todos nós!

Bruno Tavares

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ASTOLFO OLEGÁRIO PARA O NOSSO BLOG

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A MENSAGEM DE HOJE DE BRUNO

 

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ANTÔNIO CARLOS CASTANHA TAUA GOMES

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