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BBTNATRE

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“Não basta em definitivo, para produzir a convicção,
que um fato esteja logicamente e experimentalmente
provado: é preciso que lhe tomemos, por assim dizer, o
hábito intelectual. Se ele vai de encontro à nossa
rotina, é repelido e desdenhado”. (OCHOROWICZ)
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Não é raro presenciarmos oradores e expositores espíritas dizendo ou
induzindo a se entender que Allan Kardec (1804 – 1869) seria o autor dessa célebre frase. Tentamos descobrir com alguns deles qual foi a fonte na qual se basearam para dar essa informação ao público, mas nunca logramos êxito.

Então, o recurso foi fazermos uma minuciosa pesquisa em todas as obras do Codificador para ver se nelas encontrávamos algo; porém, nada descobrimos sobre o assunto. E já não tínhamos esperança de que um dia fôssemos desvendar esse enigma.

Bem disse Jesus que “não há nada de escondido que não venha a ser
revelado, e não existe nada de oculto que não venha a ser conhecido” (Mateus 10,26; Lucas 12,2), assim a luz se fez e acabamos por encontrar uma obra que fala dessa frase.

Trata-se do livro Allan Kardec: o educador e o codificador, de Zêus Wantuil (1924 – 2011) e Francisco Thiesen (1927 – 1990), uma publicação da FEB. Como julgamos que o que consta dessa obra pode, certamente, muito contribuir para o esclarecimento do assunto e, consequentemente, apontar a sua origem, resolvemos por bem transcrever o seguinte trecho:

No bordo frontal da pedra que, pesando seis toneladas, serve de teto, achase gravado o apotegma que resume a doutrina kardequiana, de justiça e progresso:

NAÎTRE, MOURIR, RENAÎTRE ENCORE
ET PROGRESSER SANS CESSE
TELLE EST LA LOI

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AKEDCOD

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Esta inscrição faltava à época da inauguração (2), tendo sido esculpida ainda em 1870 (3). Jean Vartier, que parcialmente biografou Kardec (4), escreve que ela fora calcada no capítulo IX da primeira parte da obra “Die Wahlverwandstschaften”, de Johann Wolfgang von Goethe.

1 Substituímos as imagens da obra de Wantuil e Thiesen porquanto, na reprodução, perderam em qualidade, as novas foram copiadas do link: http://geak2002.blogspot.com.br/2011/03/o-atentado-aotumulo-de-allan-kardec Acesso em: 01 mai. 2012.
2 De acordo com o artigo “Inauguração do dólmem de Allan Kardec”, publiCado em Reformador ano 135, nº 2256, a data de inauguração foi 31 de março de 1870.
3 Nota da Transcrição (NT): “Discours prononcés pour l’anniversaire de la mort de Allan Kardec. Inauguration du monument”, Paris, à la Librairie Spirite, 1870, pp. 7/8. Neste opúsculo foi anexada uma estampa (vue) do dólmen de Kardec, “executada (executée) com o maior cuidado e a mais rigorosa exatidão pelo Sr. Pégard, gravador, conforme desenho feito pelo Sr. Sebille” (pp. 11 e 12). Pégard, gravador em madeira, da Escola francesa, fez as gravuras do “Dictionnaire d’architccture” de Viollet-le-Duc e as da “Histoire populaire, anecdotique et pittoresque de Napoléon”. (Apud E. Bénézit: “Dictionnaire des Peintres, Sculpteurs, Dessinateurs et Graveurs”, nouvelle édition, tome sixième, Librairie Gründ, 1996, p. 571.) 
4 Jean Vartier: “ALLAN KARDEC, la naissance de spiritisme”, Paris, Libraire Hachette, 1971, pp. 150/151

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DAK1

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Vartier baseou-se na tradução francesa de Camille Selden, pseudônimo de Elise Krinitz, publicada em Paris, s. d., com prefácio datado de janeiro de 1872. De fato, na referida tradução – “Les affinités électives” –, a página 78, há referência a uma casa cujos fundamentos seriam então lançados. Na solenidade, um pedreiro (maçon), com o martelo numa das mãos e a colher na outra, procurou em pequeno discurso dizer que o edifício a ser levantado seria um dia destruído, acrescentando: “Naître pour mourir, mourir pour renaître, telle est la loi universelle. Les hommes y sont soumis, à bien plus forte raison leurs travaux”. 

O Sr. Vartier, com aquele seu apressado e mordente espírito crítico, deveria ter estudado mais a fundo o assunto. Descobriria, então, que no original alemão não há aquela frase, tal como está em francês; que a tradução francesa, feita com certa liberdade por C. Selden, fora publicada posteriormente a janeiro de 1872, mais de um ano após ter sido gravado o apotegma em questão no dólmen de Kardec; que, se houve plágio (como o Sr. Vartier quis insinuar), ele partiu do tradutor.

Não acreditamos, porém, em plágio de quem quer que seja. A frase em foco andava no ar, não é de Kardec, como pretendem alguns, e pode ser encontrada, com algumas variantes, em citações bem anteriores à desencarnação de Kardec, como, por exemplo, na obra “Clê de la Víe”, de Louis Michel, organizada por C. Sardou e L. Pradel, editores, Rue du Hassard, 9, Paris, datada de 1º de agosto de 1857, p. 570:

“Saturées de l’aimant divin, de l’amour divin, des provisions divines de toute nature, les âmes solaires, par cet aimant, par cel amour, par tous ces divers agents cêlestes. font naître, vivre, circuler, évolutionner, mûrir, se transformer, monter au chemin ascendant, leurs soleils et leurs planètes, et, par les âmes de ces dernières, font jouir des mêmes avantages la plus obscure image de Dieu elle-même, l’homme, restê, encore, en dehors de l’unité; dès qu’il consent à s’y prêter un peu”.

Em discurso pronunciado na presença de Kardec, no dia 14 de outubro de 1861, na Reunião Geral dos Espíritas de Bordéus, o Sr. Sabó disse textualmente (5):

“…pour aller à lui, il faut naître, mourir et renaître jusqu’à ce qu’on soit arrivé aux limites de la perfection…” (“Revue Spirite”, 1861, p. 331.)

Vejamos também estas duas frases:

“Tout, tout, dan cette grande unité de la création, existe, naît, vit, fonctionne et meurt et renaît pour l’harmonie universelle”.

“(…) il faut naître, mourir et renaître jusqu’à ce que l’on soit parvenu aux limites de la perfecion”.

Estão elas em “Les Quatre Évangiles”, J. B. Roustaing, Tome Premier, Paris, Librairie Centrale, 24, Boulevard des Italiens, 1866, às páginas 191 e 227, respectivamente. (Em português – “Os quatro Evangelhos” –. às páginas 191 e 227 correspondem, respectivamente, as de nos 305 e 339, também do I volume – 5ª edição, FEB, 1971).

5 Ao que descobrimos ao consultar a fonte a frase não é do Sr. Sabó, mas, conforme ele mesmo disse, de um dos guias espirituais, sem ter, entretanto, nominado qual deles.
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4EVV1

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Notemos que a frase é substancialmente a mesma, sob várias formas, sempre, porém, com o mesmo sentido, em 1857, 1861, 1866 e finalmente em 1870, quando foi esculpida no frontispício do dólmen de Kardec (6), em três linhas:

NAÎRE, MOURIR, RENAÎTRE ENCORE
ET PROGRESSER SANS CESSE
TELLE EST LA LOI

Terá sido por tudo isso que o Espírito Emmanuel a atribui não a um ser humano em particular, mas sim ao Espiritismo? Com efeito, diz ele, na página intitulada “Problema conosco”, inserta no livro “Justiça Divina” (F. C. Xavier, 3ª edição FEB, 1974, p. 84):

“E o Espiritismo acentua: ‘Nascer, viver, morrer, renascer de novo e
progredir continuamente, tal é a lei’.” (os grifos são nossos [dos autores]).” (7) (grifo nosso)

Vamos, por oportuno e atendendo à solicitação de um amigo, transcrever a tradução das frases em francês, constantes da Revue Spirite e Les Quatre Évangiles, pela ordem:

[…] para ir a ele, é necessário nascer, morrer e renascer até que se tenha
chegado aos limites da perfeição, e ninguém chega a ele sem ter sido purificado
pela reencarnação. (8) (grifo nosso)

[…] cada uma das suas criaturas tem que nascer, morrer, renascer até que
haja alcançado os limites da perfeição. (9) (grifo nosso)

[…] que, para chegar a ele, teria o homem que nascer, morrer e renascer até
atingir os limites da perfeição. […]. (10) (grifo nosso)

O problema da tradução do livro de Goethe, abordado pelos pesquisadores Wantuil e Thiesen, é corroborado pelo confrade Nazil Canarim Júnior, através do seu artigo publicado no Momento Espírita, jornal do Centro Espírita Amor e Caridade, de Bauru, SP, do qual transcrevemos este trecho em que ele trata das várias hipóteses para a autoria da frase:

6 “O corpo de Allan Kardec foi inumado no cemitério de Montmartre, em Paris, no dia 2 de abril de 1869. Em 29 de março de 1870 seus restos mortais foram transferidos definitivamente para o cemitério de Père-Lachaise, na mesma cidade, dois dias antes da inauguração do dólmem de que trata o presente artigo.” (Nota da Redação constante do Reformador ano 135, nº 2256, p. 28)
7 WANTUIL, Z. e THIESEN, F. Allan Kardec: o educador e o codificador. Vol. II, p. 285-288.
8 KARDEC, A. Revista Espírita 1861, p. 331.
9 ROUSTAING, J. B. Os quatro evangelhos – Vol. 1, p. 270.
10 ROUSTAING, J. B. Os quatro evangelhos – Vol. 1, p. 339.

Primeira – Johann Wolfgang von Goethe (1749/1832). Quem a apresenta é Jean Vartier, que também escreveu uma biografia sobre o Codificador. De acordo com aquele autor, a frase consta do capítulo IX da primeira parte da obra “Die Wahlverwandstschaften” (“As afinidades eletivas”), de Goethe. Tal informação, entretanto, não é de todo procedente. E isto porque, não consta da obra em seu idioma original; também não consta da tradução feita para o português por Erlon José Paschoal. Está, sim, mas não em sua íntegra, em uma das traduções para o francês, efetuada por Camille Selden (referência ao final) e publicada em 1872. Com efeito, diz aquele texto: “Naîte pour mourir, mourir pour renaître, elle este la loi universelle” (p. 78) (Nascer para morrer, morrer para renascer, eis a lei universal). Deve ser destacado, porém, que a frase foi insculpida no dólmen em 1870 e a edição do livro saiu em 1872; (11) (grifo nosso)

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GOETHE

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Além da tradução de Erlon José Paschoal não ter a frase, a versão de Mme A. de Carlowitz (1797 – 1863) também não, portanto, a frase é mesmo um livre acréscimo à obra de Goethe feita por Camille Selden (1825 – 1896) e como sua tradução foi publicada em 1872 e embora a frase ainda não constava no monumento do túmulo de Kardec, cuja inauguração ocorreu em 31 de março de 1870 (12), porém foi insculpia em 1870, concluímos que nem de Selden esse apotegma seria.

Adriano Calsone, autor de Madame Kardec, apresenta-nos uma outra versão para a origem da frase dizendo o seguinte:

Segundo relatos da época, um republicano maçom chamado Charles Fauvety, entusiasta do Espiritismo, imaginou ser muito apropriado se um manto mortuário de veludo azul estivesse estirado em cima do caixão do mestre. Um pano de camurça ostentando bordados simbólicos (maçons), com fundo em azul cravado de estrelas prateadas, sóis dourados e um arco-íris encantador, em que se podia ler, logo acima, uma frase que entraria para a história da Filosofia Espírita: “Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar. Tal é a lei”. Fauvety entreviu, ainda, na parte de baixo desse manto mortuário, uma grande inscrição que deveria ser notada por qualquer um dos presentes na triste cerimônia: “Solidariedade universal – Esta é a religião, e não uma religião – Fora da caridade não há salvação”. (13) (grifo nosso)

Considerando que o sepultamento do corpo do Codificador ocorreu “ao meio-dia de 2 de abril de 1869” (14), acreditamos que o maçom Charles Fauvety não pode ser considerado o autor da frase, uma vez que, conforme o sr. Sabó, em discurso aos espíritas bordeleses, em 14 de outubro de 1861, um dos guias da Sociedade Espírita de Bordeaux teria dito: “nascer, morrer e renascer até que se tenha chegado aos limites da perfeição” (15) (grifo nosso), bem próxima do teor da que estamos analisando.

11 CANARIM, No túmulo de Allan Kardec há uma inscrição que diz: “Nascer, morrer, renascer de novo e
progredir sempre, tal é a lei”. Esta frase é de autoria do Codificador?, p. 10.
12 Reformador ano 135, nº 2256, artigo “Inauguração do dólmem de Allan Kardec”, p. 28.
13 CALSONE, Madame Kardec, p. 87-88.
14 CALSONE, Madame Kardec, p. 87.

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EMNOME

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Por indicação de uma amiga, estudiosa da Doutrina, encontramos algo de concreto em Léon Denis (1846 – 1927), em sua obra O problema do ser, do destino e da dor, publicada em 1908, de onde transcrevemos este trecho: “’Nascer, morrer, renascer e progredir sempre, tal é a lei’, disse Allan Kardec.” (16) (grifo nosso) Entretanto, Denis não citou em qual obra do codificador ele retirou isso.

A falta de informação da fonte pode nos levar a repetir algo que uma pessoa jamais disse, como, por exemplo, é o caso que acontece com o próprio Denis, ao lhe atribuírem a frase: “A alma dorme na pedra, sonha no vegetal, agita-se no animal e acorda no homem”; só que Denis, na sua obra acima mencionada, disse foi que “Na planta, a inteligência dormita; no animal, sonha; só no homem acorda”. (17) (grifo nosso), o que convenhamos não é a mesma coisa.

Em razão disso, não duvidamos que Léon Denis também tenha atribuído a Kardec a frase, pelo mesmo processo que muitos estudiosos espíritas andam fazendo com o próprio Denis. Aliás, contava ele apenas com cerca de 5 anos nas fileiras da Doutrina dos Espíritos, quando da morte de Kardec, ou seja, ainda um neófito.

Em 1923, o intelectual francês René Guénon (1886 – 1951) publica a obra O Erro Espírita, da qual transcrevemos do trecho em que ele fala do filósofo francês Charles Fourier (1772 – 1837) o seguinte:

“[…] O inventor do Falanstério haveria se sentido adulado em saber que nossa alma revestirá um corpo cada vez mais etéreo à medida que atravesse as oitocentas existências (em cifra redonda) às que está destinado”. Depois, ao falar da concepção “progressista”, ou, como se diria melhor hoje, “evolucionista”, concepção a qual a ideia da reencarnação está estreitamente ligada, o mesmo autor diz ainda: “Esse dogma lembra muito o do M. Pierre Leroux, para quem as manifestações da vida universal, às quais reduz a vida do indivíduo, não são em cada nova existência a não ser uma etapa a mais para o progresso” (18). Esta concepção tinha tanta importância para Allan Kardec, que a tinha expressado em uma fórmula da qual de certo modo tinha feito sua divisa: “Nascer, morrer, renascer outra vez e progredir sem cessar, tal é a lei.” […]. (19) (grifo nosso)

15 KARDEC, Revista Espírita 1861, p. 331.
16 DENIS, O problema do ser, do destino e da dor, p. 279.
17 DENIS, O problema do ser, do destino e da dor, p. 123.
18 La Doctrine spirite, pelo Dr. Dechambre.

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ERROESP

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Considerando que a frase esculpida no dólmen de Kardec, ocorreu em 1870, tanto Denis quanto Guénon, podem, muito bem, estarem reproduzindo-a, não por Kardec a ter dito; mas pela sua popularização por constar no túmulo de Kardec.

Reconhecemos que, de fato, a frase representa muito bem o pensamento de Kardec, mas, pelo que estamos confirmando, ela não foi dita por ele.

Na primeira quinzena de março de 1883, a União Espírita Francesa, sob a presidência de Gabriel Delanne (1857 – 1926), publica a primeira edição do jornal Le Spiritisme, no qual aparece, em destaque justamente a frase em questão:

Na imagem (20) lê-se: “Naîte, mourir, renaître et progresser sans cesse,
telle est la loi.”, ou seja, “Nascer, morrer, renascer e progredir sempre, tal é a lei”, cuja autoria é atribuída a Kardec. Entendemos que, com isso, se popularizou o nome de Kardec com sendo o autor dela.

19 GUÉNON, O Erro Espírita, p. 42-43. 20 AUTORES ESPÍRITAS CLÁSSICOS
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Além disso, Léon Denis, quando da morte de seu pai, em 19 de janeiro de 1886, divulgou uma nota de falecimento na qual inseriu a frase como de autoria do codificador: “Nascer, morrer, renascer e progredir sempre, tal é a lei. (Allan Kardec)”. (grifo nosso), que constou num artigo publicado jornal “Le Spiritisme”, 1ª quinzena de fevereiro de 1886 (21).

Quando da morte de sua mãe, em 19 de novembro de 1903, Denis agiu da mesma forma, ou seja, publica nota de falecimento com a frase inserida. (22)

A nosso ver a autoria pode muito bem ser atribuída a um dos guias da Sociedade Espírita de Boudeuax que disse “nascer, morrer e renascer até que se tenha chegado aos limites da perfeição” (23), frase essa que foi parafraseada, muito provavelmente, pela União Espírita Francesa, quando da publicação da primeira edição do jornal Le Spiritisme, se tornando a que, atualmente, conhecemos, que se atribui a Kardec: “Nascer, morrer, renascer e progredir sempre, tal é a lei.”

Sem nos colocar acima de ninguém, sinceramente, esperamos que, com as informações aqui apresentadas, possamos ter contribuído para que os nossos oradores e expositores tenham um maior esclarecimento do assunto.

21 REGNAULT, Léon Denis e a experiência espírita. Arquivo PDF, p. 42.
22 REGNAULT, Léon Denis e a experiência espírita. Arquivo PDF, p. 43 e 44.
23 KARDEC, Revista Espírita 1861, p. 331.

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UEF

Referências bibliográficas:
CALSONE, A. Madame Kardec. Atibaia, SP. Vivaluz, 2016.
CANARIM JÚNIOR, N. No túmulo de Allan Kardec há uma inscrição que diz: “Nascer,
morrer, renascer de novo e progredir sempre, tal é a lei”. Esta frase é de autoria do
Codificador?, Momento Espírita, Ano VI, número 63, Março/2015, p. 10.
DENIS, L. O problema do ser, do destino e da dor. Rio de Janeiro: FEB, 1989.
GUÉNON, R. O Erro Espírita. São Paulo: Instituto René Guénon, 2010,
KARDEC, A. Revista Espírita 1861. Araras, SP: IDE, 1993.
ROUSTAING, J. B. Os quatro evangelhos – Vol. 1. Rio de Janeiro: FEB, 1999.
WANTUIL, Z. e THIESEN, F. Allan Kardec: o educador e o codificador. Vol. II. Rio de
Janeiro: FEB, 2004.
REFORMADOR, Ano 135, nº 2256. Brasília: FEB, março 2017.
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Artigo foi publicado:

– publicada na revista Espiritismo & Ciência, nº 95, São Paulo: Mythos Editora, jun/2012, p. 30-33, versão anterior.

– na Revista Semanal de Divulgação Espírita O Consolador, nº 450, Londrina, 31 de janeiro de 2016, versão anterior.

– e agora no Blog do Bruno Tavares.

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brunooyellowMeus queridos amigos e irmãos, eis aqui mais uma extraordinária pesquisa de fôlego do meu querido amigo lá das alterosas, das Minas Gerais, o escritor Paulo Neto, sobre a frase lapidar atribuída a Allan Kardec e que encontra-se no seu túmulo em forma de dólmen.

O Paulo, com seu faro de pesquisador incansável, reúne os dados, persegue os fatos e, com poder de argumentação e síntese, oferece-nos o resultado de mais um documento luminoso para o nosso acervo espírita.

Que Jesus abençoe a ti querido Paulo Neto, te preservando sempre assim: A serviço Da Causa do Cristo! 

Que Jesus abençoe a todos nós!

Bruno Tavares

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