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BBTDOADORES

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Vivemos uma era nova. Uma era que de tempos em tempos se repete e que tem como protagonistas microrganismos da criação.

Embora eles sejam os protagonistas na forma da dor causada àqueles que tornam-se suas “vítimas,” são, por outra lado mensageiros do bem para outros tantos que por sua dedicação à causa do amor, à causa do bem, encontram nessas épocas, um caminho de servir aos seus semelhantes.

Se não vejamos: Busca-se colocar pelo menos 70% da população mundial em uma segregação pelo isolamento do convívio social, que não é racial pois que é da humanidade toda, de todos os continentes; mas, definitivamente não é uma segregação social, nos moldes em que conhecemos; é uma segregação, sem segregação de pessoas por raça, credo, ou preferência sexual; é uma segregação que não escolhe, lugares, nações, ou nível social. A todos atinge e busca colocar dentro de “quatro paredes,” da base ao topo da pirâmide em que se dividem as sociedades.

É chegada a era da “imersão em massa”, da penetração da massa antes preocupada e dedicada à conquista do exterior para de forma abrupta, “parar” e fazer o que os filósofos da antiguidade, popularizados por Sócrates, prescreveram – o voltar o homem de volta para a conquista de seu próprio ser, voltar-se para o próprio imo – no conhece-te  a ti mesmo; mas,  isso para aqueles que assim o podem fazer no “conforto de seus lares.” Para esses, e também de forma mais abrangente, para todos, um novo momento de viver, de viver não perdendo a oportunidade de aprender.

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SECASA

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Entre as muitas oportunidades de aprendizado que temos, refletimos sobre algumas  parábolas, palavras de Jesus e como elas vão se encaixando em nossa realidade atual.

Ele nos falou de se amar ao próximo como a si mesmo, e para este momento, de agora, nesta nova era, precisaríamos dividir em amar ao próximo “preso” conosco dentro de casa para os que como eu, estão vivendo essa relação, e de uma outra forma – esta, talvez mais próxima do que Jesus nos ensinou pelo exemplo, ao nosso próximo que jornadeia conosco lá fora, onde a dor os conclama, a dor que os faz sofrer, pela dor dos muitos que  vêm a socorrer; uma dor sofrida, muda e adormecida; a dor desses, deles,  que dedicam-se a dor do outro, vendo a sua própria dor, por si ser esquecida; são aqueles que são mensageiros do bem no serviço a que foram chamados pelas profissões abraçadas.

Aqui falamos daqueles profissionais que amam a sua profissão, porque amar sua profissão significa amar ao próximo, aqueles que fizeram a escolha livre e informada de perseguir aquilo que, por todo o conhecimento adquirido ao longo dos anos e que, certamente os colocariam longe dos ambientes em que se encontram, se assim o desejassem, seguem na labuta, na perseguição iluminada de servir ao seu desiderato, cuidando dos outros, sem muitas vezes cuidarem de si mesmos ou dos seus; esses que  juntos são assistentes de enfermagem, zeladores, maqueiros, médicos, taxistas, motoristas de aplicativos, motoristas de ônibus e caminhões, trabalhadores de todo o comércio e indústria que fazem parte daquela população que segue trabalhando e que não param porque não têm opção, mas que também, em muitos casos, muitos deles, mesmo tendo esta como opção, escolheriam seguir, por amor a multidão.

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ESSEN

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Mas, essa era nova também faz-nos refletir sobre uma outra coisa que encontramos no Evangelho de Jesus, na Boa Nova declamada por ele em suas ações, que é o de dar a própria vida por um inimigo, eu diria até menos ou mais – não sei, por alguém que não se conheça; é o amor por algo maior que as próprias diferenças; amor pelo simples fato de amar; amor que não tem barreiras e que simplesmente se derrama, como a água  que descendo a ladeira não conhece obstáculos, e que, quando não pode através de um obstáculo passar, diminui a marcha, mas não se abala, arrodeia, e sempre encontra o lugar, o caminho, uma forma de seguir de não parar.

É meus queridos, aqui estamos falando de todos, de todos aqueles que por um minuto de suas vidas, param e doam algo por alguém, ou por alguma coisa, e que por isso fazem a diferença na sua vida, na vida de alguns ou mesmo de milhares, de milhões de pessoas; como também são aqueles que durante toda uma vida, dedicam-se ao bem de amar e de doar-se, se dando no bem que têm, e que carregam dentro de si e que espargem na direção do outro, do próximo que têm neles o arrimo de que necessitam para seguirem em suas vidas; todos eles são grandes, em especial porque muitos deles, que de humildes se acham pequenos, fazendo-se assim ainda maiores, são por isso mesmos grandes e singelos exemplos.

Mas, de quem eu realmente queria agora falar, ou simplesmente humildemente homenagear, é daqueles que já não estão aqui entre nós, porque sem pensarem em si, simplesmente por um amor que ainda não temos a menor noção de sua grandeza e de que nessa existência, talvez, iremos um dia alcançar ou  compreender, para cuidar de nós doaram suas próprias existências.

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PIERREANDRADE

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brunooyellowMeus queridos amigos e irmãos, eis aqui um artigo do expositor espírita, meu querido amigo Pierre Andrade, da Casa dos Espíritas de Pernambuco, trazendo uma reflexão sobre esses verdadeiros heróis, das mais variadas profissões, que num ato de renúncia sublime “esquecem” de si e dos seus, para se dedicarem a irmãos desconhecidos e adoecidos, num ato de devotamento cristão de emocionar a alma mais gélida!

Leiam a feliz análise do querido Pierre, sobre um dos aspectos mais belos desses tempos tão tristes, tempos revolucionários.

Que Jesus abençoe a ti Pierre, alma tão boa, bela e nobre! 

Que Jesus abençoe a todos nós!

Bruno Tavares

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MVACI

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